O ‘‘apagão telefônico’’ em Londrina prejudicou negócios de um leilão eletrônico de contratos de opção de milho, via bolsas de cereais. Apesar de o sistema do programa de computadores das bolsas ser ligado à Embratel e ter funcionado normalmente durante o leilão, os corretores ficaram impedidos de se comunicar com os clientes interessados em participar.
‘‘Foi um transtorno muito grande e tentamos ligar de celulares, sem sucesso’’, afirmou o superintendente da Bolsa de Cereais e Mercadorias de Londrina (BCML), Benedito dos Santos Sobrinho. Ele também informou que pelo menos 15 clientes deixaram de participar e a BCML negociou apenas 35 contratos, minutos antes da pane telefônica. A expectativa era de negociar 200 contratos.
O superintendente da Bolsa de Mercadorias e Futuros de Londrina (BML), Bruno Teremussi Neto, também enfrentou problemas de comunicação. ‘‘A sorte é que tínhamos um celular e conseguimos ligar para um dos nossos clientes, em Maringá, que comprou 172 contratos. Foi o nosso único negócio. Se não tivéssemos conseguido falar com ele, o prejuízo teria sido grande’’, comentou.

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