Curitiba - A Delegacia de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, pediu ontem a prisão preventiva de Wilson Flores - apontado como sendo o autor do assassinato da policial civil Maria Ângela Batista dos Anjos, de 47 anos. Wilson Flores é conhecido como ''nego paraguaio''. Um adolescente conhecido como ''Leitão'' também está sendo procurado. De acordo com o delegado Geraldo João Felizinski, foram checados sete locais e os suspeitos não foram encontrados.
A suspeita é de que a investigadora tenha sido executada. Ela teria sido obrigada a se ajoelhar na frente dos autores do assassinato. O tiro que a matou foi no ombro -de cima para baixo. O assassinato ocorreu por volta das 3 horas da madrugada de domingo, quando três homens armados entraram num bailão de propriedade da família da policial civil. Eles teriam agredido funcionários e pegaram R$ 400 em dinheiro. Maria Ângela teria tentado evitar o assalto e teria errado um tiro em direção aos suspeitos. Então, ela teria sido rendida e morta.
Dos três suspeitos, apenas Daniel de Castro Wosni, conhecido como ''Rato'', foi encontrado. Ele resistiu à prisão, segundo relato dos policiais, e levou um tiro na barriga. Ele foi autuado em flagrante por latrocínio (roubo com morte).

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