Por meio de sua assessoria de imprensa, o superintendente do Hospital Universitário (HU), Francisco Eugênio de Souza, disse que a instituição ''apresenta, mensalmente, uma série de pedidos de reparos em função do prédio estar instalado em uma construção antiga''. Por isso, segundo ele, fica praticamente impossível atender a todos os pedidos no momento em que o problema é identificado e a prioridade vai para as urgências.
Souza alegou ainda que a improvisação com lençóis foi feita há cerca de 20 dias - contrariando a informação de que o problema remonta ao ano passado. Ainda segundo a nota divulgada pela assessoria, o HU está terceirizando a compra de cortinas e o pedido de aquisição das mesmas não entrou no rol de prioridades porque ''o hospital avaliou que o problema não causaria danos a terceiros, mesmo que houvesse demora na instalação''. Os lençóis teriam sido providenciados ''para dar maior privacidade e conforto aos pacientes e familiares''. (V.N.)

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