Primeiro passo para voltar à ativa
Curitiba - Fabiana Milleo, 34 anos, ganhou 21 quilos durante da gestação de Nina. Acostumada a fazer atividade física, mesmo durante a gravidez, sentiu-se desestimulada por estar fora do peso e por ter que deixar a filha durante aquele ''precioso'' tempo.
Com a filha Nina já aos 1,8 anos, ela fez uma aula experimental e não desistiu apesar da dificuldade que sentiu, o bebê já estava com 12 quilos. ''O legal é poder ficar junto. Quem trabalha fora quer aproveitar o tempo que pode para passar com o bebê, por isso ir para a academia é difícil.''
As músicas são infantis, a professora Kátia Farias Ruschel conversa bastante com todos e estimula as alunas a interagir com seus filhos. Durante os abdominais, por exemplo, cada subida rende um beijinho na criança. ''A Nina achava graça. Como ela era 'maiorzinha', cantava junto as músicas ou vinha me abraçar. O bacana é que o ambiente é bem preparado e seguro para o bebê. Quando eu ficar grávida de novo, vou me planejar para começar antes''. Ela já perdeu 18 quilos e agora voltou a ginástica diária.
Contra-indicação
Kátia também afirma que os exercícios trabalham o equilíbrio e a coordenação, além de colaborar no aprendizado geral do bebê ao repetir números, por exemplo. Para as mães, são cerca de 250 Kcal a menos a cada 30 minutos de aula.
A única contra-indicação é para mulheres que tiverem problemas na recuperação do parto, especialmente no caso de cesariana. Para o bebê não há contra-indicações, uma vez que ele não fará nenhum esforço. A mãe que desejar, ainda pode levar o bebê conforto e até amamentar durante a aula. (M.R.M.)





