PRF ganha nova sede
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sábado, 31 de outubro de 2009
Mariana Guerin<br> Reportagem Local 
Foi inaugurada ontem, em Londrina, a sétima Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF), com sede na Zona Oeste. A nova delegacia será responsável pelo policiamento de cerca de 700 quilômetros de rodovias, abrangendo 39 municípios e nove postos de fiscalização. Também na manhã de ontem foram empossados o chefe da delegacia da PRF em Londrina, inspetor Eddy Machado, e o chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização, inspetor Vicente Zangirolani.
Conforme Zangirolani, a decisão de tornar exclusividade da PRF a fiscalização em rodovias federais partiu do Tribunal Regional Federal. ''Antes, os policiais rodoviários federais realizavam operações ligadas à Curitiba e reportavam à Polícia Rodoviária Estadual.''
Com a nova política, o Paraná, que tinha cinco delegacias da PRF, em Colombo, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu e Guaíra, ganhou mais duas unidades: em Londrina e Pato Branco. ''As delegacias de Colombo e São José dos Pinhais se fundiram com a retomada dos trabalhos dos policiais federais'', completou Zangirolani.
Segundo ele, as nove unidades operacionais ligadas à delegacia de Londrina serão alocadas nos municípios de Ibaiti, Santo Antônio da Platina, Andirá, Cornélio Procópio, Ibiporã-Londrina, Mauá da Serra, Apucarana, Marialva-Maringá e Paranavaí.
''Na região de Londrina, a situação nas estradas é mesclada: há tanto crime quanto infrações de trânsito'', disse o inspetor, informando que a chefia da nova delegacia está elaborando um levantamento para determinar o perfil das estradas da região.
''Houve uma queda no número de apreensões de contrabando e descaminho devido a mudanças na rota dos contrabandistas, por isso aumentou-se a fiscalização de trânsito'', comentou Zangirolani, citando que em Londrina os acidentes estão concentrados no perímetro urbano.
''Acidentes são, na maioria das vezes, leves, mas demonstram o descumprimento das normas de segurança, principalmente ultrapassagem em local proibido e a não utilização do cinto de segurança'', concluiu.


