Presos do 2º Distrito Policial terão tratamento médico e laboratorial a partir do dia 15 deste mês. A proposta de atendimento aos presos foi definida ontem pela manhã, quando uma comissão formada por representantes da Secretaria municipal de Ação Social, Coordenadoria Especial da Mulher e 17ª Regional de Saúde (órgão do governo do Estado) se reuniu com o delegado do 2º DP, José Antônio Zuba de Oliveira.
Nas celas estão distribuídos quatro aidéticos, quatro grávidas e um cardíaco. Existe a possibilidade de que dois presos estejam com tuberculose.
Há denúncias de que a maioria dos presos doentes não é atendida por falta de infra-estrutura na delegacia. A causa seria a falta de pessoal para conduzir os presos aos hospitais, quando necessário. Outro fator que deverá ser solucionado é a possibilidade de que os presos tomem sol. Segundo a Folha apurou, existem presos que há mais de seis meses não tomam sol.
A primeira proposta era para atender somente as mulheres presas. A pedido do delegado Zuba, o benefício foi estendido também para a ala masculina. No distrito, estão presos 36 homens e 17 mulheres, em seis celas divididas em duas alas. No total das celas, cabem 24 presos. O distrito sofre com a surperlotação.
Além do atendimento ambulatorial, serão feitos exames em todos os presos para contactar doenças. O delegado Antônio Zuba de Oliva assegurou que os presos terão assistência constante de saúde, principalmente os que estiverem doentes.

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