A Polícia Civil de Londrina prendeu, ontem um homem de 34 anos, suspeito de estelionato. Ele é apontado por pelo menos seis pessoas como proprietário de uma empresa que vendia cartas de crédito contempladas. Segundo o delegado do 1º Distrito Policial, Antonio do Carmo, ele anunciava a operação em jornais, enviava contratos pelo Correio e pedia aos clientes que depositassem 10% do valor requisitado numa conta bancária como caução.
Entre as supostas vítimas está César Alves Campos, de Curitiba, que afirma ter investido R$ 6.156,67 no negócio. Outra suposta vítima, também da Capital, depositou na conta da empresa R$ 7,5 mil e, conforme o delegado, esperavam receber o empréstimo de R$ 70 mil e R$ 80 mil, respectivamente, que seriam pagos em 180 parcelas. ''As pessoas precisam aprender a desconfiar de ofertas milagrosas e se informar antes com a Polícia e órgãos de defesa do consumidor'', sugeriu o delegado.
O casal Telmo Clos Ambrosini e Estela Maris Klitzke, reclama que pagou mais de R$ 17,5 mil para obter um empréstimo de R$ 180 mil, que nunca foi concretizado. ''Eles conheceram a empresa no anúncio de um grande jornal do Rio Grande do Sul, onde moram. Queremos que ele pague pelo ato e devolva o dinheiro'', disse o advogado José Carlos Maia, que representa o casal. O acusado está detido no 2º DP.
Apreensão A Polícia Militar de Maringá prendeu ontem de madrugada por tráfico de drogas Rodrigo Genaro, de 18 anos, e Leandro Gandolfi, 20 anos. Na casa do primeiro, que também foi indiciado por porte ilegal de arma, a polícia encontrou um revólver calibre 32 com dois cartuchos, um invólucro contendo 17,9 gramas de cocaína, três papelotes de cocaína (quatro gramas) e mais um recipiente com 12 comprimidos de ecstasy. Já com Gandolfi, segundo a polícia, que foi abordado em sua moto, os policiais apreenderam três gramas de cocaína. De acordo com a PM, ele disse que entregaria a droga a um usuário a pedido de Genaro. (Colaborou Guilherme Gouveia)

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