A polícia do Paraná prendeu ontem mais um dos quatro homens acusados de matar, na madrugada de domingo, o policial civil Jonathan Ferreira, do 9º Distrito Policial. Arnaldo Feliciano de Almeida, 24 anos, foi preso à tarde e levado imediatamente para o Centro de Observação e Triagem da Penitenciária do Ahú, na qual está preso seu irmão, Reni Feliciano de Almeida, 20 anos, que também é acusado de participar do assassinato de Ferreira.
Também ontem, o Instituto Médico Legal (IML) concluiu o laudo da execução do detento Flávio Cruz, 26 anos, que confessou ter efetuado os disparos que mataram Ferreira.
O exame de balística, divulgado ontem pela polícia, confirmou que a bala que matou Ferreira saiu da arma que foi apreendida com Cruz. Preso pouco depois da morte do policial, Cruz foi assassinado com, pelo menos, 18 tiros de fuzil 762 e pistola 380 milímetros e 9 milímetros dentro da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos. O crime ocorreu na madrugada de segunda-feira, cerca de 25 horas depois de ser preso.
O médico legista do IML, Marcos Miranda, não quis divulgar informações sobre o laudo. O diretor do instituto, Francisco Moraes e Silva, disse que não estava a par das conclusões do laudo.

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