Curitiba - A greve foi marcada também por denúncias de atentados e ameaças de morte. A casa do presidente do Sindimoc, Denilson Pires, teria sido atingida por dois tiros durante a madrugada de ontem. A vereadora do PT, Clair Martins, também acusou ter recebido telefonemas ameaçadores.
Pires não foi localizado durante todo o dia de ontem. As informações eram de que ele estava em uma chácara a 100 quilômetros de Curitiba. De acordo com o diretor de comunicação do Sindimoc, José Paulo Bonfim, a casa dele, que fica no bairro do Sítio Cercado, teria sido alvejada duas vezes por dois carros que passaram pela rua. Mas o atentado não foi nem comunicado à polícia. ‘‘Não chamamos ninguém porque não adianta’’, afirmou Bonfim.
A vereadora Clair Martins afirmou que recebeu ligações com ameaças de morte no gabinete na Câmara Municipal. Ela disse que estava indo registrar queixa na Delegacia de Homicídios no final da tarde de ontem.

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