Presidente de federação reclama de desvalorização
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 15 de janeiro de 1997
Montezuma Cruz Sucursal de Foz do Iguaçu 
O presidente da Federação Internacional de Educação Física, John Andrews, disse ontem em Foz do Iguaçu que ficou difícil manter o desenvolvimento da atividade num mundo em crise financeira generalizada e propôs a valorização do profissional desta área. Ele deveria ser visto não como um simples jogador, mas como um cidadão de função social dentro de uma proposta única de saúde e integração das pessoas, afirmou.
Andrews abriu anteontem o 12º Congresso Internacional de Educação Física, no Oeste Paraná Clube. Estão em Foz, desde domingo, cerca de 2 mil professores e especialistas de sete países sul-americanos e ainda, de Honduras, Cuba, Estados Unidos, França, Israel, Rússia e Inglaterra.
Os participantes tiveram 28 cursos em clubes, hotéis e escolas locais. A programação encerra-se hoje, às 18 horas.
Cerca de duas mil
pessoas de sete
países participam
de congresso em Foz
Hoje, os congressistas disputarão, em cinco categorias, a tradicional corrida rústica, no total de quatro quilômetros. Participarão atletas na categoria até 30 anos, até e acima de 40 anos, no masculina; e até e acima de 30 anos, no feminino.
A prova começará às 17 horas, na frente do Oeste Paraná Clube. Às 21 horas, Andrews fará a conferência de encerramento
Rio 2004 Os participantes do congresso, em sua maioria brasileiros, manifestaram-se favoravelmente à candidatura do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2004, cuja disputa prosseguirá até março próximo.
A idéia foi defendida pelo coordenador do evento, Luiz Martins. O Rio conta com grande capacidade de integração do esporte na vida do povo brasileiro, fator reconhecido no mundo inteiro, disse.
Martins destacou como principal vantagem da cidade, o fato de pelo menos 80% da estrutura desportiva disponível situar-se num raio de aproximadamente 21 quilômetros.


