O presidente da Federação Internacional de Educação Física, John Andrews, disse ontem em Foz do Iguaçu que ficou difícil manter o desenvolvimento da atividade ‘‘num mundo em crise financeira generalizada’’ e propôs a valorização do profissional desta área. ‘‘Ele deveria ser visto não como um simples jogador, mas como um cidadão de função social dentro de uma proposta única de saúde e integração das pessoas’’, afirmou.
Andrews abriu anteontem o 12º Congresso Internacional de Educação Física, no Oeste Paraná Clube. Estão em Foz, desde domingo, cerca de 2 mil professores e especialistas de sete países sul-americanos e ainda, de Honduras, Cuba, Estados Unidos, França, Israel, Rússia e Inglaterra.
Os participantes tiveram 28 cursos em clubes, hotéis e escolas locais. A programação encerra-se hoje, às 18 horas.


Cerca de duas mil
pessoas de sete
países participam
de congresso em Foz


Hoje, os congressistas disputarão, em cinco categorias, a tradicional corrida rústica, no total de quatro quilômetros. Participarão atletas na categoria até 30 anos, até e acima de 40 anos, no masculina; e até e acima de 30 anos, no feminino.
A prova começará às 17 horas, na frente do Oeste Paraná Clube. Às 21 horas, Andrews fará a conferência de encerramento
Rio 2004 Os participantes do congresso, em sua maioria brasileiros, manifestaram-se favoravelmente à candidatura do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2004, cuja disputa prosseguirá até março próximo.
A idéia foi defendida pelo coordenador do evento, Luiz Martins. ‘‘O Rio conta com grande capacidade de integração do esporte na vida do povo brasileiro, fator reconhecido no mundo inteiro’’, disse.
Martins destacou como principal vantagem da cidade, o fato de pelo menos 80% da estrutura desportiva disponível situar-se num raio de aproximadamente 21 quilômetros.

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