Lo­ca­li­za­da en­tre as an­ti­gas es­ta­ções Fer­ro­viá­ria e Ro­do­viá­ria de Lon­dri­na, a Pra­ça Ro­cha Pom­bo foi o pri­mei­ro ­chão pi­sa­do pe­los des­bra­va­do­res. De­vi­do ao seu va­lor his­tó­ri­co, o es­pa­ço foi tom­ba­do pe­lo go­ver­no do Es­ta­do em 1974. En­tre­tan­to, ape­sar de re­co­nhe­ci­da co­mo pa­tri­mô­nio his­tó­ri­co, a ­área de la­zer em na­da lem­bra sua fa­se áu­rea.
  Atual­men­te, ­quem pas­sa pe­la Pra­ça Ro­cha Pom­bo se de­pa­ra com um tris­te ce­ná­rio. Pe­soas que pas­sam pe­la ­área ou tra­ba­lham na re­gião re­cla­mam do cha­fa­riz que­bra­do, das po­ças de ­água que po­dem se tor­nar cria­dou­ros do mos­qui­to trans­mis­sor da den­gue, das cal­ça­das es­bu­ra­ca­das, da fal­ta de ilu­mi­na­ção e da se­gu­ran­ça pre­cá­ria.
  O se­cre­tá­rio mu­ni­ci­pal de De­fe­sa So­cial, Joa­quim An­to­nio Me­lo, afir­mou que a Guar­da Mu­ni­ci­pal rea­li­za dia­ria­men­te a se­gu­ran­ça da pra­ça. Já a Com­pa­nhia Mu­ni­ci­pal de Trân­si­to e Ur­ba­ni­za­ção (­CMTU) ga­ran­tiu que uma em­pre­sa foi con­tra­ta­da pa­ra con­ser­tar o cha­fa­riz. Com re­la­ção às lâm­pa­das, a ge­rên­cia da se­cre­ta­ria de ­Obras in­for­mou que se­rá rea­li­za­da uma vis­to­ria na ­área.


● Presta homenagem a José Francisco da Rocha Pombo (Morretes, 1857 - Rio de Janeiro, 1933), que foi jornalista, advogado, professor, historiador, político e escritor brasileiro

● Além da Praça Rocha Pombo, Londrina tem mais três imóveis tombados: o Museu de Arte Moderna (antiga Rodoviária), o Teatro Ouro Verde e o palacete da família Garcia Cid

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