Nos anos 40, aos 21 anos, Antonio Justo Filho não imaginava que pudesse vingar tanto o sonho de construir a vida na cidade emergente das ruas de terra e mata nativa. Só de aeroporto, foram mais de 50 anos carregando as malas de anônimos, artistas e autoridades; de árvore genealógica, uma legião composta por sete filhos, 18 netos e quatro bisnetos.
Hoje aos 81 anos, seo Antonio ou Índio, como é conhecido conta que olha todos os dias o Diploma de Reconhecimento Público guardado entre a ''papelada importante de casa'' que ele recebeu na Câmara de Londrina, em julho de 1999. ''Foi o maior presente que eu podia ter ganhado.''
Durante mais de duas décadas funcionário da banca de jornal próxima à agência central dos Correios e hoje dono de uma , Elias Patrício da Silva, 42 anos, diz que o Diploma de Reconhecimento Público recebido em julho de 2003 não só ''elevou o ego'' como garantiu uns conhecidos a mais pela cidade, graças à repercussão na Folha. (J.G.)

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