A presença humana na região de Foz do Iguaçu, segundo estudos arqueológicos da Universidade Federal do Paraná, remonta a 6.000 anos antes de Cristo. Vários grupos humanos suscederam-se ao longo de séculos e milênios. Antes dos europeus, vieram os índios, cujas informações encontram-se em fósseis e objetos que retratam a antiga cultura.
A presença européia em Foz do Iguaçu data de 1542, quando Alvar Nu¤es, um espanhol com o apelido de ‘‘Cabeza de Vaca’’, descobriu as Cataratas do Iguaçu. O território passou para domínio português no século 17, com a missão de Raposo Tavares.
Os portugueses, porém, limitaram-se a conquistar o território e não se importaram com o seu povoamento. Em 1750, os portugueses se interessaram pela região, mas somente um século depois, enviaram um comando militar para a fronteira.
Na prática, esse comando só começou a trabalhar em 1888 e batizou o local como Vila Iguassu. Nesse ano, apenas 324 pessoas residiam em Foz do Iguaçu, a maioria paraguaios e argentinos.
A partir disso começaram os ciclos econômicos. O primeiro deles foi a erva-mate.
Em 1914, a Vila Iguassu se transformou em município de Foz do Iguaçu e foi administrada pelo prefeito Jorge Shimmelpheng. Na década de 50, veio o ciclo da madeira, grande responsável pela migração de gaúchos e catarinenses.

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