O Procurador-geral de Londrina, Eduardo Duarte Ferreira, está aguardando apenas a documentação sobre a licitação e contrato com a Tâmara Serviços Ltda. para rescindir o contrato entre a empresa e a Autarquia Municipal do Ambiente (AMA). Há denúncias de que o contrato tenha sido superfaturado.
O caso está sendo analisado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, mas Eduardo Duarte Ferreira informou que já tem elementos para rescindir o contrato porque há provas de que o contrato foi subempreitado para outra empresa, a Moraes e Moraes.
‘‘A rescisão é técnica porque o contrato não permite a subempreita’’, disse o procurador. Segundo notas encaminhadas à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, a Tâmara cobrava R$ 0,023 por metro cúbico roçado e pagava à Moraes R$ 0,018 pelo mesmo serviço.
Eduardo Ferreira adiantou que a rescisão deverá ocorrer dia 28, quando ele reassume o cargo de procurador. Ele está afastado da função, através de um decreto municipal, porque irá defender um cliente particular, como advogado.
‘‘Não posso atuar particularmente enquanto procurador. Por isso estou me afastando, mas isso é um procedimento normal’’, afirmou.

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