Campo Mourão - A prefeitura de Campo Mourão vai mandar fazer exame de DNA nos restos mortais enterrados no lote 5 da quadra 1.060 do Cemitério Municipal São Judas Tadeu. O exame é uma exigência da família de Grodomiro Bento de Castilho, sepultado no local em junho de 1995. A família desconfia que os ossos tenham sido trocados depois que a prefeitura quebrou o túmulo por engano para a realização de outro enterro.
No início da tarde de ontem, a administração do cemitério reabriu o túmulo para mostrar que não havia acontecido um enterro recente na sepultura. O caixão, que também havia sido trocado, foi reaberto, mas os parentes de Grodomiro que acompanharam a exumação disseram não ser possível fazer o reconhecimento apenas pela ossada e pediram o DNA.
''Tínhamos a esperança que pudéssemos fazer o reconhecimento pelos dentes, mas não deu'', explicou Jesuíno Ferreira de Almeida, genro de Grodomiro. ''O exame de DNA é um direito que a família tem e isso será providenciado'', disse o diretor de Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, Ireno dos Reis Pereira, que acompanhou a exumação.

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