O prefeito Antonio Belinati (sem partido) deve definir nos próximos dias se acata ou não um estudo que prevê a extinção da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA). O órgão seria anexado à Companhia Municipal de Urbanização (Comurb) com o objetivo de ‘‘racionalização e enxugamento da máquina administrativa’’. O estudo já está na mesa do prefeito.
A proposta foi criticada ontem na Câmara. Os vereadores Célio Guergoletto (PMDB) e Elza Correia (sem partido) se posicionaram contra a medida. Para Elza, a extinção da AMA seria ‘‘improcedente e ilegal, principalmente num momento em que a autarquia está sendo alvo de uma investigação’’. Ela diz que, o fim da AMA seria uma forma de tentar abafar as denúncias contra a direção da autarquia. O Ministério Público analisa denúncias de superfaturamento em licitação feita pela AMA para roçagem de terrenos em Londrina e de uso de trabalhadores da frente de trabalho e equipamentos da Autarquia por empresa privada.

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