A partir deste ano, os estudantes do 1º e 2º graus de Maringá que se matricularam em escolas localizadas a mais de 2 mil metros de suas casas não receberão o passe gratuito do transporte coletivo. Nesses casos, apenas os que não encontraram vagas em escolas situadas em seus bairros e aqueles que frequentam cursos que só funcionam em escolas do centro da cidade receberão os passes. A medida implantada pelas secretarias municipal e estadual de Educação, tem o objetivo de desinchar as escolas do centro.
A prefeitura gasta em média R$ 9 mil mensais para confeccionar os passes. Para fevereiro, a prefeitura confeccionou 155 mil passes, que serão distribuídos entre 6,3 mil estudantes.
Para conseguir o passe, o estudante terá de mostrar na prefeitura atestado da escola dizendo que ele mora na zona limite imposta pelo decreto ou que nas escolas de sua zona não existem mais vagas. Nos ônibus, os cobradores exigem a carteira de estudante, que mostra o horário em que ele estuda e conferem se o passe está sendo utilizado dentro do permitido.

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