Maringá - A Procuradoria Jurídica da Prefeitura de Maringá vai ajuizar 1.442 novas ações de execuções fiscais, sendo a maioria delas, referentes a atraso no recolhimento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), vencido a partir de 1997. Pouco mais de 10% das ações são de contribuintes inadimplentes com o Imposto Predial, Territorial e Urbano (IPTU) e taxas de roçadas.
De acordo com o procurador jurídico da Prefeitura, Alaércio Cardoso, a prefeitura ainda vai dar mais um prazo até o dia 23 deste mês para que os contribuintes façam a negociação da dívida. Os interessados devem procurar a procuradoria geral, setor de execuções fiscais, no terceiro andar do Paço Municipal.
''O contribuinte ainda poderá parcelar em 12 vezes sem acréscimo, ou em 30 meses'', explica Cardoso. Segundo ele, o prazo de dez dias é a última chance para que o consumidor regularize a situação com o município e evite um gasto ainda maior com custas judiciais, caso as ações sejam de fato ajuizadas.
As ações relacionadas para serem ajuizadas têm valores que variam de R$ 400,00 a R$ 39 mil. O valor total é de R$ 2,3 milhões. Só este ano é a terceira que a Procuradoria Jurídica da Prefeitura relaciona mais de mil processos para serem executados. Como agora, a maior parte das ações também eram referentes a inadimplência com o ISSQN e IPTU.

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