Prefeitura e UEL discutem infraestrutura e espaço público
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Agência UEL 
Em reunião realizada nesta terça-feira (21), a Reitoria da UEL solicitou à Prefeitura de Londrina apoio para melhorar a infraestrutura física e a condição de atendimento ao público no Campus e em prédios públicos municipais como o Museu Histórico, a Bebê-Clínica e o Planetário. Os assuntos foram tratados pelo prefeito, Alexandre Kireeff, juntamente com a reitora Nádina Moreno, em quase três horas de reunião, na Prefeitura. Participaram do encontro a vice-reitora Berenice Jordão, secretários municipais e pró-reitores da UEL.
Prefeito e reitora discutiram a aproximação entre as duas instituições, buscando renovações de convênios que tratam de espaços públicos ocupados pela Universidade. O objetivo é regularizar esta utilização, por meio de convênio de permissão de uso. Fazem parte desta lista o Museu Histórico, cujo prédio é patrimônio municipal, a Bebê-Clínica e o Planetário todos no Centro de Londrina
Outro assunto tratado no encontro foi um possível apoio da administração municipal para fazer o recapeamento de parte da malha asfáltica do Campus Universitário. A equipe da UEL levou um mapa para mostrar com detalhes áreas de grande circulação de pessoas e veículos, que necessitam de uma verdadeira "operação tapa-buracos". Ao todo são cerca de 6 mil metros lineares que precisam ser reformados urgentemente.
Outro ponto tratado no encontro foi a construção do anel viário no Campus da UEL. A equipe do prefeito informou que já está em estágio avançado o planejamento de uma obra física que vai ligar a PR-445 à zona sul da cidade, onde está prevista a construção de uma rotatória que permitirá novo acesso ao Campus da UEL. Ainda no encontro, prefeito e reitora discutiram formas de regularização da área da Fazenda-Escola da UEL. De acordo com Kireeff, o ideal é formalizar um projeto de lei, que seria feito pela própria Prefeitura.
Para o prefeito, que é ex-aluno do curso de Medicina Veterinária, esta contrapartida é bastante justa, considerando os projetos acadêmicos desenvolvidos na área, além da preservação da mata existente no local. A área é considerada estratégica também porque representa a única reserva de espaço para uma futura expansão do Campus Universitário.


