A encarregada de Recursos Humanos da Prefeitura de Ibiporã, Rosana Aparecida Borges, afirmou que todos os direitos e benefícios previstos em lei no caso de Antônia Castilho foram concedidos. Ou seja, férias integrais; licença prêmio de três meses; licença de tratamento de saúde em pessoa da família, também de três meses e remunerada.
Após esse prazo, foi concedida uma licença sem vencimentos de dois anos. Em fevereiro deste ano, Antônia foi procurada para que retornasse ao trabalho. Rosana conta que a prefeitura chegou a propor uma redução de jornada de trabalho de oito para quatro horas diárias (com redução de salário), com possibilidade dela escolher o horário mais adequado às suas necessidades. Assim não perderia o emprego.
‘‘Mas ela não apareceu mais na prefeitura’’, conta. Rosana destaca ainda que alertou Antônia de que ela poderia ser demitida por abandono de emprego. Recorda também que a servente pediu um parecer jurídico da prefeitura sobre o caso, e o parecer apontava que ela deveria realmente retornar ao trabalho. ‘‘Mais do que isso, não tem amparo na lei’’, atesta.

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