Prefeitura discute revitalização do Centro Social Urbano
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segunda-feira, 24 de março de 2003
Luciano Augusto<br> Reportagem Local 
Uma reunião nesta manhã, no Centro Social Urbano (CSU) da Vila Portuguesa (região central de Londrina), irá discutir a implantação de ações integradas por parte do município para revitalização do local. No final de semana passado, a comunidade circunvizinha ao parque já havia se reunido para cobrar melhorias para o CSU, que sofre principalmente com a falta de segurança.
No último sábado, lideranças comunitárias e moradores vizinhos se reuniram para definir uma participação mais efetiva da comunidade no Conselho Comunitário do bairro. A tentativa é fazer com que eles próprios passem a se envolver com os problemas e comecem a se organizar para reivindicar melhorias. Ontem à noite aconteceria mais uma reunião com o presidente do conselho, Sebastião Raimundo da Silva. O encontro seria realizado na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Londrina.
Silva reclamou da pouca vontade do município em cuidar do CSU. ''É complicado fazer as coisas porque a prefeitura não demonstra interesse'', declarou. Ele garantiu que procurou praticamente todas as secretarias mas infelizmente a revitalização do parque não vingou.
Além da falta de segurança, Silva destacou que a falta de iluminação adequada, o lixo e a precariedade das instalações contribuem para aumentar o abandono do local. Segundo o representante comunitário, os próprios integrantes do conselho é que estão fazendo a manutenção e limpeza dos campos e das quadras.
O coordenador da Rede da Cidadania da Prefeitura, Luciano Bitencourt, apontou que a tentativa de revitalização do CSU contará com a participação das secretarias municipais de Obras, Saúde, Educação, Meio Ambiente, Cultura e Ação Social, da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e da Fundação Municipal de Esporte. ''O objetivo é integrar as várias secretarias. Nossa idéia é a revitalização do espaço físico, mas levando em conta o respeito ao outro'', apontou Bitencourt.
Ele garantiu que a reforma será simples, mas funcional, focada na ''ocupação humana''. Além da reunião com representantes municipais, a Rede também irá escutar as demandas relatadas pelos moradores.


