O procurador-geral da Prefeitura de Campo Mourão, Robervani Pierin do Prado, disse que a Algolim vai receber um alvará provisório para reativar a indústria de óleo de caroço de algodão. ''Vamos exigir um acompanhamento rigoroso no controle da poluição'', explicou o advogado. ''Só depois de provar que não há poluição é que sairá o alvará definitivo.''

Prado lembrou que a Algolim foi instalada no Lar Paraná muitos anos antes do Plano Diretor da cidade e, por isso, tem direito adquirido de continuar no local. Ele disse ainda que a liminar que interditou a indústria, em 1993, já foi derrubada. ''Legalmente hoje não existe nada que impeça o funcionamento da indústria.''

Cerca de R$ 300 mil estão sendo investidos na reativação através de uma parceria com a Cooperativa Mista Agropecuária do Brasil (Coopermibra). ''Queremos fazer dessa indústria um exemplo'', afirmou um dos técnicos da cooperativa, Valdomiro Bognar. Segundo ele, a fábrica começa a operar após a liberação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). (S.S.)

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