Prefeitura conclui obras para melhoria do tráfego na BR-116
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segunda-feira, 13 de outubro de 1997
Curitiba 
DivulgaçãoOs 2,5 quilômetros de via marginal na BR-116 já podem ser utilizadosOs motoristas que utilizavam a rótula do Trevo do Atuba para fazer o contorno ou ter acesso aos bairros da região Norte da cidade e à Estrada da Ribeira já podem utilizar os 2,5 quilômetros de via marginal que a Prefeitura de Curitiba implantou nos dois sentidos da BR-116, dentro do projeto BR-Cidade. As vias organizam o tráfego dos 60 mil veículos que passam diariamente pelo Bolsão do Atuba e trazem mais segurança para os 450 mil curitibanos que moram do outro lado da rodovia, disse o prefeito Cassio Taniguchi.
Com a liberação das vias marginais, no final da semana passada, o cruzamento da BR passou a ser feito com maior segurança. A prefeitura já instalou sinaleiros e conclui até o final de novembro a redefinição do traçado da pista no sentido Porto Alegre.
A prefeitura também concluiu as obras em outros três pontos na BR: na Rua Antônio Barrichello (continuação da Rua Brigadeiro Franco), na Avenida Victor Ferreira do Amaral e na Rua Fagundes Varela. No cruzamento da rua Fagundes Varela foram realizadas obras de calçamento e paisagismo. O cruzamento com a Rua Victor Ferreira do Amaral foi ampliado, a pista no sentido Centro/Bairro foi alargada e passou a contar com três faixas de circulação embaixo do viaduto.
Na continuação da Rua Brigadeiro Franco (Rua Antônio Barichello) foram construídas uma terceira faixa de circulação para veículos e calçadas para pedestres.
A Comec está construindo o viaduto sobre a Avenida Mascarenhas de Moraes e já realizou a pavimentação do trecho entre a Monteiro Tourinho e a Estrada da Ribeira, por trás da garagem da Penha. Ao DNER cabe a construção de outro viaduto na BR-116, sobre a Rua Alberico Flores Bueno, que funcionará como acesso ao Bairro Alto para os motoristas que vêm pelo Bacacheri.
O programa BR-Cidade prevê a urbanização de 22,8 quilômetros da BR-116 e de 10,5 quilômetros da BR-277. A previsão é que as obras sejam concluídas pelo DNER até o final de 1998.


