Prefeitura coleta 1,3 tonelada de lixo tóxico
Chega a 1,3 toneladas por mês o volume recolhido pela coleta de lixo tóxico em Curitiba. Em apenas seis meses de implantação, o programa, inédito no país, conseguiu aumentar em até seis vezes a quantidade de material coletado nas residências da cidade.
Em primeiro lugar, vêm os restos de tinta e, em segundo, remédios vencidos que antes não tinham uma destinação apropriada. Coletados nos terminais de ônibus e Ruas da Cidadania, os resíduos tóxicos são encaminhados para a Central de Tratamentos de Resíduos Industriais, na Cidade Industrial de Curitiba, e lá tratados de acordo com seu grau de contaminação química.
O diretor do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Nelson Xavier Paes, explica que a separação tem como principal vantagem a preservação do chamado lençol freático, sistema formado pelos cursos subterrâneos de água.
A única preocupação que as pessoas devem ter, explica ele, é com relação aos cuidados na hora do armazenamento do lixo. A recomendação é acondicioná-lo em sacos plásticos mantidos sempre em locais arejados e protegidos do sol e do alcance de animais e crianças. Ao entregá-los no caminhão da coleta, um funcionário da prefeitura faz uma ficha com a quantidade de resíduos e o endereço do usuário, processo que permite programar e controlar o sistema de coleta.DivulgaçãoA coleta diferenciada de lixo tóxico foi implantada há seis mesesVivian de Albuquerque





