Até o início de maio, os serviços da Guarda Municipal eram desempenhados de forma terceirizada pela empresa de segurança Waleservice, de Curitiba. O prefeito Antonio Belinati não renovou o contrato com a empresa, alegando falta de recursos. Em consequência, a Waleservice demitiu os 106 vigilantes que faziam a guarda do Zerão, margem do Lago Igapó, escolas, creches e outros prédios municipais.
O contrato com a empresa de segurança custava cerca de R$ 130 mil mensais para a Prefeitura. A vigilância do patrimônio público municipal passou a ser feita desde então, segundo a Secretaria de Administração, pelos 126 servidores concursados que já atuavam no setor de segurança da Prefeitura. Tomando como base o que ocorreu no Caic da zona sul neste final de semana, a substituição está sendo insuficiente.
(Osmani Costa)

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