Procurado pela FOLHA, o prefeito de Ibiporã, José Maria Ferreira, afirmou que realizou um estudo para verificar como a Secretaria do Meio Ambiente deve agir. Ele disse que o problema está em um desentendimento da comunidade, e que isso tem atrasado a solução.
''Como não há consenso entre as pessoas da comunidade fica difícil agirmos. A dona Lourdes Aparecida Martho Pereira entrou com um processo na Justiça pedindo que o Samae assuma a administração do poço. Estamos esperando apenas que a justiça defina o que deve ser feito'', completou.
Quanto ao uso clandestino da água do poço rural, o prefeito disse que será feito um levantamento. ''Quem está loteando as terras e vendendo as chácaras deve fornecer um meio de abastecimento e não pode utilizar aquilo que foi adquirido com verbas públicas para a comunidade rural.'' (B.M.)

mockup