Durante a última semana a variação dos hortifrutigranjeiros pesquisados em 19 estabelecimentos, entre supermercados e feiras-livres, tiveram variação média de 7,50% positivos.
Nas primeiras três semanas de junho, a Secretaria Municipal do Abastecimento registrou altas de mais de 70% em alguns produtos hortifrutigranjeiros. Os índices maiores foram para o preço da abobrinha, que subiu 73,15%; da vagem, que aumentou 69,10%; e do chuchu, que subiu 54,42%.
‘‘Se o preço fica muito alto, o consumidor deve procurar alternativas. A pesquisa é sempre recomendada para fugir dos produtos em alta. Se o consumidor deixar de comprar, vai pressionar a baixa dos preços. Os próprios varejistas compram menos, empurrando os preços para baixo’’, diz o chefe da divisão de controle estatístico, Daril Cardoso da Luz.
As maiores altas ficaram por conta da melancia, com 40,82% - o preço foi de R$ 0,49 para R$ 0,69 o quilo-, o maço do cheiro-verde, que subiu 40%, indo de R$ 0,35 para R$ 0,49, e o da couve-manteiga, que teve índice positivo de 23%, subindo de R$ 0,65 para R$ 0,80.
As baixas mais expressivas foram registradas nos preços da batata-salsa (-4,59%), do repolho (-4,23%) e da batata comum (-1,67%).
Um quilo de costela bovina (R$ 1,65) está custando menos do que um quilo de vagem. O preço médio do quilo do frango (R$ 1,14) também está mais em conta do que uma couve-flor ou um quilo de abobrinha ou cebola.
O serviço Disk-Economia da prefeitura realiza diariamente pesquisa de preços de 217 produtos (alimentação, higiene e limpeza). Os locais com preços mais baixos são divulgados pelo telefone 232-1214.

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