O dentista Rafael Favorito, de 41 anos, percorria lojas do Centro de Curitiba na tarde de ontem para pesquisar o preço dos presentes de Natal pedidos pelos quatro filhos, meninos de 10, 7 e gêmeos de 5 anos. ‘‘Na hora de comprar eu levo em conta o pedido deles e o preço’’, conta. ‘‘Se o brinquedo for muito caro, temos que negociar e convencê-los que outro semelhante pode ter o mesmo efeito.’’ Além do preço, Favorito verifica se os produtos têm o selo de qualidade do Instituto de Metrologia (Inmetro). ‘‘Acho importante analisar o material dos brinquedos e saber se não oferecem riscos.’’
A dona de casa Lucilene Festa, de 30 anos, também escolhia os presentes das filhas Caroline, de 9 anos, e Giovana, de um ano e meio. ‘‘Na hora de comprar o que mais pesa é o pedido delas e o preço do brinquedo escolhido’’, diz. Jussara de Melo, de 34 anos, vai dar roupas para a filha de 16 anos, uma bicicleta para o filho de 5 e uma boneca Susie para a filha de 9 anos. ‘‘Eles não pediram nada, mas a gente sempre sabe o que eles querem ganhar’’, diz.
A dona de casa Marta Boni Mazina, de 34 anos, passeava com as filhas Gabriele, de 1 ano e dez meses, e Monique, de 12 anos, para analisar o que mais atraía as crianças. ‘‘A mais nova gostou de uma motoquinha e provavelmente vai ganhar.’’

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