Preço e professores pesam na escolha
Cinco meses de estudo são suficientes para passar no vestibular, mas a velocidade das aulas é quase dobrada (em relação ao curso extensivo) e o conteúdo das matérias para estudar em casa é cada vez maior, até que cheguem as temidas provas. Para os alunos que vão iniciar o semi-extensivo, os critérios de escolha do curso vão desde o melhor preço até a tradição ou a equipe de professores mais bem preparada.
Para mim, o que mais pesa na escolha do cursinho é o preço. Afinal, não é o cursinho que vai fazer o aluno passar - a aprovação depende do esforço do aluno, comenta Alisson Rodrigues. Ele já concluiu o segundo grau mas não passou nos vestibulares de Direito e Informática no ano passado. Desta vez, ele irá tentar só Direito.
Leandro TaquesJanaína Carvalho Bono, insatisfeita com o curso de Terapia Ocupacional, vai tentar Odontologia: Resolvi fazer o semi-extensivo para não ficar parada
Já Leonardo Meneghini de Oliveira ficou decepcionado com o curso de Jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR), depois de um ano e meio de aulas, e vai fazer o cursinho para tentar uma vaga em Engenharia Civil ou Informática.
Janaína Carvalho Bono também não está satisfeita com o curso de Terapia Ocupacional e vai tentar passar em Odontologia no próximo vestibular. Tranquei a faculdade no início do ano e resolvi fazer o semi-extensivo para não ficar parada e ter um preparo melhor para as provas, disse ela. (G.P.)
Quanto custa
Positivo:





