Gabriel Veiga tem 29 anos, e há dois descobriu o gosto pelas artes marciais. "É muito legal e dá até para ficar mais forte", conta ele, que antes de entrar para o caratê, participava apenas das atividades com bola no Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece), e hoje é faixa verde na modalidade.

Veiga é um dos 100 alunos que participam do ''Síndrome de Down - Arte e Vida com o Caratê'', projeto de extensão do curso de Educação Física da Universidade Norte do Paraná (Unopar). O programa tem 11 anos, e além do Ilece, atende mais duas instituições em Londrina.

Saiba quais são os benefícios da prática de caratê para as pessoas com Síndrome de Down na matéria de Micaela Orikasa.

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