Praça Londrina (Estelio Feldman)
Demorou (afinal o atual Código Nacional de Trânsito está quase completando um ano) mas saiu a sinalização para pedestres bem aqui no centro, diante e ao lado da redação do jornal. Por muito tempo a gente reclamava: só havia uma faixa de segurança, ligando o Bosque à rua Rio de Janeiro. Faltava uma na travessia do Correio para o edifício Bosque (onde se situa a redação).
Quando se publicou aqui a reclamação sobre a falta das faixas para pedestres na rua Professor João Cândido, o Ippul explicou o motivo (era preciso esperar o asfalto novo secar para pintar as faixas) e, ao mesmo tempo, deu a informação sobre a realização da pintura também na Rio de Janeiro e na Piauí.
Saiu, finalmente, é bom, dá muito mais segurança ao pedestre, a gente fica contente. Mas, claro, ainda falta muita coisa para que as normas em vigor do Código de Trânsito sejam cumpridas. Sei que a cidade é grande, que pintar faixas nas ruas dá muito trabalho e despesa, mas há duas realidades inquestionáveis: primeiro, é uma questão legal, está previsto no Código, o pedestre pode exigir, a autoridade pública tem de fazer. Depois, existe outro argumento irrespondível: é preciso melhorar as condições de segurança no trânsito urbano. Tem havido muito acidente, atropelamentos de monte. Dar segurança ao pedestre não é favor, é obrigação.





