Hoje, 25 de agosto, dia em que se rememora o nascimento de Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do Exército, é o Dia do Soldado, uma justa homenagem e uma oportunidade para que se lembre daquela grande figura de nossa História e, também, para ressaltar o papel que o Exército desempenha na vida do país.
Pessoalmente, o Exército me marcou quando, há mais de 40 anos, fui um dos membros da turma de 1957 do Tiro de Guerra de Londrina. Eramos mais de 300 jovens vivenciando uma experiência marcante. Tem quem pense que no Exército a gente aprende a marchar, a atirar, a matar. Não é isto. No Exército aprendi cidadania, aprendi respeito à Pátria, aprendi dedicação. Tive sorte, cheguei lá já no final do colegial. Mas muitos que chegaram ali sem sequer saber ler, saíram alfabetizados. E todos nós aprendemos com nossos instrutores, o inesquecível sargento Chagas, o sargento Lellis e o sargento Raul lições que nos serviram para a vida. Por isto é que, até hoje, tenho amigos que usaram a farda comigo (o Carlos Zewe Coimbra Filho, o Ademar de Barros, o Paulo Moreno, o João Ogurtsova) e com quem sempre rememoro, com saudade, aquele tempo. O tempo em que fui soldado e em que festejei de farda o dia 25 de agosto. Uma data para ser lembrada e comemorada, sempre.


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