Praça Londrina (Estelio Feldman)
A vida é assim, feita de etapas e fases que vão se repetindo conforme o calendário avança. Estamos em agosto, e isto significa o começo do segundo semestre de aulas para os estudantes em cursos normais. Em termos mais diretos, quer dizer que a cidade volta a ter um movimento maior, com as crianças voltando às escolas, pais e mães levando seus filhos, peruas carregando crianças, tudo aquilo que sempre acontece mas que precisa ser relembrado.
Principalmente porque, conforme a gente pode perceber pela simples leitura dos jornais, apesar do novo Código Nacional de Trânsito, tem havido muitos acidentes, muita gente ferida, muitos mortos. A lei é nova, é boa, mas os abusos persistem. E é preciso repetir, sempre, a necessidade de cuidado, atenção e, o que falta muito, respeito no trânsito. Em especial nas proximidades das escolas.
Lá perto do Vicente Rijo, naquele contorno perigoso, as pessoas já se acostumaram com o guarda que corre, se agita, se desdobra, protegendo as crianças. Tem gente que não gosta dele. São motoristas ranhetas, que não percebem como seu trabalho é valioso. Infelizmente, não há guardas diante de todas as escolas. No Anchieta, por exemplo, perto do Vicente Rijo, as crianças estão por sua conta. Lá, como em qualquer outro lugar, vamos pedir mais cuidado para que nossas crianças não corram perigo e possam ter, da escola, só a alegria de aprender.
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