Praça Londrina (Estelio Feldman)
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Arquivo Folha
Absolutamente mãeAlém da vida, o alimento: doação permanente e repleto de AmorDia
Fruto do carinho de uma jovem norte-americana que quis homenagear a própria mãe, o Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, tornou-se quase universal. O que é natural, pois Mãe não tem nacionalidade, raça, cor, idade. Mãe é mãe, como se costuma dizer.
Naturalmente, há os que contestam, dizem que é tudo ‘comercial’. Mas não é. A questão comercial é secundária. O que importa é o sentido da homenagem, é o reconhecimento humano a um tipo de amor que ultrapassa todos os conceitos. Pois o que a Mãe nos deu é um presente único, que não podemos retribuir - a vida. E como me disse estes dias o padre Manoel Joaquim, a vida é um dom em si, um valor absoluto.
Certo, se você crê, considera que a vida é um dom de Deus. Entretanto, até mesmo quando mandou Seu Filho, Deus procurou uma Mãe para Ele. Sem Mãe, não há vida, não há alegria, não há amor.
Neste domingo, com presente ou sem, com ou sem flores, até mesmo com ou sem a presença física, vamos todos nós, que somos todos filhos, retribuir com um pouco de carinho ao dom que recebemos de nossas Mães. Gratidão também é sinal de humanidade.Semáforos
A propósito do comentário feito esta semana sobre a eficiência da Comurb na substituição de lâmpadas queimadas em semáforos, a assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Urbanização envia nota informando que ‘desde o ano passado vem mantendo, durante todo o dia e parte da noite, uma equipe de especialistas em manutenção de semáforos’.
E assinala: ‘Esta manutenção possibilita que os técnicos façam, inclusive, um trabalho preventivo, a revisão completa da caixa de comando, que é o equipamento que controla as luzes do semáforo. Este equipamento, bem regulado, evita curtos e consequentemente a queima de lâmpadas nos 136 cruzamentos semaforizados que existem em Londrina. Paralelamente, a equipe técnica está sempre atenta para consertar, com a maior rapidez possível, os semáforos em toda área urbana’.
A Comurb completa a informação indicando que está encaminhando um folder para toda a região, a fim de repassar, entre outros serviços, a tecnologia de manutenção de semáforos de Londrina para outras cidades. Inegavelmente, uma medida interessante e oportuna, oferecendo experiência local para ajudar outras comunidades.Pré-escola
No passado, neste país que pouco se preocupava com a educação, as chamadas pré-escolas, assim como o Jardim da Infância, eram consideradas supérfluas, um luxo para quem tinha mais recursos. Hoje, felizmente, com as mudanças que vão ocorrendo, a mentalidade é outra: pôr uma criança no jardim, depois na pré-escola, não é luxo, é fundamental. A criança precisa chegar ao primeiro grau já com algum conhecimento, o que ajuda em seu próprio desenvolvimento.
Por isto, estas escolinhas vêm surgindo em toda parte, não só na área mais central, abrindo um leque para as crianças onde quer que morem. A Pré-Escola Anjinho Azul, por exemplo, funciona no Conjunto Ernani Moura Lima, oferecendo maternal, Jardim I e Jardim II e Pré, tanto de manhã e à tarde como em período integral, oferecendo uma base que inclui até aulas de balé e piscina.
É um começo de enorme importância para este futuro que nós estamos pensando criar, no Brasil. A ênfase que se está dando à educação passa por estabelecimentos deste tipo que começam a formar as crianças, dando-lhes condições de enfrentar o desafio de um futuro que já chegou. É uma base mais que necessária para o terceiro milênio em que nossas crianças vão viver.Solidariedade
O flagelo que se abateu sobre o Nordeste emocionou a todos. Em Londrina, como em praticamente todo o País, há campanhas para arrecadar alimentos visando atender aos nossos irmãos famintos daquela região (e tantos que aqui vivem vieram de lá). Ao mesmo tempo, com os primeiros sinais de frio, começam as campanhas para arrecadar agasalhos, cobertores, roupas, tudo o que possa diminuir um pouco este outro drama que atinge os mais carentes.
Não somos um país rico, embora tenhamos a felicidade de viver num local fantástico. Não muitos têm sobras para dar. Todavia, é precisamente entre os que menos têm que se percebe e sente a solidariedade. Lembram o ‘óbulo da viúva’, destacado por Jesus, no Evangelho. Pois, de fato, quem dá um pouco do muito que sobra, não faz grande coisa. Mas aquele que dá parte do pouco que tem, o que encontra alguma coisa a dar, do seu, este é sem dúvida um ser humano pleno.
Nós os temos, felizmente, gente assim, pobre mas sensível que se emociona com o drama dos que sofrem, que se mobiliza, que consegue fazer da solidariedade mais do que uma palavra, uma ação construtiva. E que, com isto, diminui um pouco a dor do semelhante.

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