Praça Londrina (Estelio Feldman)
Começou a funcionar, na avenida Saul Elkind, a quinta Feira da Lua de Londrina. Idéia muitas vezes elogiada, a feira, que se realiza no horário noturno, vai ganhando espaço. Na Saul Elkind, funcionam 68 barracas com comidas típicas, artesanato, defumados e hortifrutigranjeiros, mais ou menos como acontece nas outras.
São cinco - portanto, uma em cada região da Cidade. Mais que locais em que se pode comprar quase tudo o que há nas feiras livres convencionais, as Feiras da Lua representam um ponto de encontro, um local para passeios e alegria. Foi, sem dúvida, uma grande iniciativa.
Melhor, ainda, do meu ponto de vista, é que não pegou a pretendida mudança de nome para Feira das Nações, que, aliás, é o título de uma mostra que se fazia no Colégio Canadá. Na verdade, como ponderei na época, com o apoio da maioria dos leitores, não havia qualquer justificativa para a mudança do nome. Feira da Lua é até poético.
O que se deve fazer é continuar a oferecer apoio à Feira da Lua, inclusive em termos de segurança para o público. Também creio que é possível usá-las para promoções culturais, com participação de conjuntos, grupos e artistas locais que poderiam divulgar seu trabalho a um público diferente. Apelo
Ontem mesmo, primeiro dia oficial de retorno de nossa Praça, recebi um apelo comovente de dona Regina, mãe de Marlene da Costa Silva.
Marlene tem 42 anos, é casada, tem três filhos e há dois anos luta contra a leucemia. Neste período, ela tem se submetido a transfusões de sangue e ao tratamento comum, que tem efeitos colaterais terríveis. Seu organismo já se encontra em situação precária de tal modo que a alternativa para ela é um transplante de medula. Ocorre que, pelo SUS, Marlene terá de esperar cinco anos para ser operada. A alternativa é custear a operação (60 mil reais, hoje).
Aí vem justamente o apelo para ajudar Marlene a fazer a operação. Quem quiser ajudar esta jovem mãe a se livrar da leucemia pode fazer doações com a mesma simplicidade dos que telefonam para as emissoras de TV, nos caça-níqueis que povoam o vídeo. Basta discar 300-84-03 para doar 3 reais; 300-84-05 para doar 5 reais; e 300-84-10 para doar 10 reais. O valor será automaticamente debitado na conta telefônica.
Outras doações podem ser feitas nas contas mantidas pela família no Banestado (agência 39, conta 191.101-4), Banespa (agência 60, conta 121.43-8) e Caixa Econômica Federal (agência 1.631, conta 13.200-0. Mais informações, pelo telefone (043) 322-5091.Envelhecimento
Voluntários entre 60 e 80 anos de idade estão sendo procurados para um estudo sobre o DHEA e a prevenção do envelhecimento. O trabalho visa medir o efeito do aporte de pequenas doses orais de sulfato de DHEA, uma substância naturalmente produzida pelo organismo, sobre a sensação de bem-estar, a memória e outras funções intelectuais, a força muscular, as funções imunitárias, assim como o envelhecimento dos ossos, das artérias e da pele, informou a gerontóloga Françoise Forette, coordenadora do estudo, que se realiza em Paris.
O DHEA é produzido naturalmente por glândulas do organismo, as supra-renais, cuja produção diminui de maneira expressiva com a idade. As pessoas que produzem espontaneamente doses de DHEA têm menores sinais de envelhecimento do que as que têm porcentagens menores.
O DHEA aparece no sangue até os 7 anos de idade, aumenta até os 25 e diminui regularmente com o transcorrer do tempo. Aos 75 anos, tem-se em geral 10% do que se possuía aos 25.
Não digam que esta informação é feita em causa própria. A população brasileira está envelhecendo e penso que o esforço para melhorar a qualidade de vida dos mais velhos deve fazer parte da preocupação de todos.Lixeiras nos ônibus





