Praça Londrina/ Estélio Feldman
Há dias, lembrei que o Carnaval está próximo e manifestei curiosidade para saber se vai haver alguma coisa aqui para o povo, além da telinha da TV. E já recebi a resposta, da Codel. Aliás, a primeira informação é esta: Carnaval, agora, em Londrina, é assunto da Codel e não da Ametur. A Companhia tem uma diretoria de turismo e promete agitar não apenas no Carnaval mas em muitas outras ocasiões.
Em relação, porém, à festa de Momo (esta expressão deve ter uns 300 anos) a informação é que o carnaval de rua de Londrina, este ano, vai agitar o sambódromo da Leste-Oeste, no dia 8 de fevereiro, reunindo escolas de samba, clubes sociais, associações de funcionários, festeiros e até empresas. O projeto é envolver mesmo todos os interessados, usando muita criatividade porque, como se sabe, as verbas são poucas. E o projeto é fazer do Carnaval deste ano, conforme o próprio titular da Codel, o vice-prefeito Alex Canziani, o ponto de partida para o futuro. Em 98, já com tempo e melhor estrutura, a promessa é de uma festa muito maior.
Por enquanto, porém, ficamos neste ano com a festa marcada para o dia 8, na Leste-Oeste, com rei Momo e Rainha do Carnaval e até concurso para escolher os melhores do desfile. Quem quiser participar da festança pode entrar em contato com a Codel, pelo telefone 321-3234.
E a largada para o Carnaval londrinense começa hoje: à noite acontecem os gritos de Carnaval no Canadá e na Associação dos Funcionários Municipais de Londrina (AFML).
Equívoco
Há dias, comentei aqui a falta de presença de público nos jogos de basquete e vôlei, no Moringão, fazendo comparações com o que podia ver nos ginásios do interior paulista, cheios, vibrantes. Daí, acabo de descobrir porque o ginásio da Seara-Americana ou da Microcamp parecem tão cheios: é que tem uma capacidade mínima. Em Americana, cabem 1.500 pessoas. Em Campinas, mais ou menos a mesma coisa. Quer dizer, o público que vai ao Moringão acabaria, também, lotando ginásios tão pequenos.
Este tipo de conhecimento é interessante até para mostrar que temos por aqui uma infra-estrutura que não existe por aí. Temos um excelente estádio de futebol, com capacidade para 50 mil pessoas, temos o VGD, acolhedor, que pode receber 5 mil torcedores, temos o Moringão para esportes de quadra e outros tantos locais bons. E, em breve, vamos ter também uma excelente pista de atletismo na UEL. É bom a gente valorizar isso.
E outras coisas, também. Li, ontem, no mesmo jornal que me informou sobre a capacidade dos ginásios paulistas, que haverá uma oferta de TV a cabo direta para jogos do Torneio Rio-São Paulo, que começa hoje. O interessado paga R$ 10,00 e pode ver o jogo. Bom, eu não pagaria R$ 10,00 para ver Fluminense e São Paulo, mas não é esse o ponto. O que interessa é que informaram ali que o serviço é inédito. Só se for em São Paulo. Aqui, já tivemos disto, pela Net.
Pintura na BPM
Começou a pintura externa na Biblioteca Pública Municipal central, coisa que foi antecipada aqui por esta Praça. Já montaram andaimes, o pessoal começou a raspar, em pouco tempo a pintura será iniciada. Primeiro a parte de fora. Depois, o setor interno.
E aí é que a coisa pega. Comentava-se, ontem, que quando for feita a pintura interna, a Biblioteca fecha. Será? Bom, a gente sabe que não é exatamente bom para a saúde ficar em um ambiente em que estão feitas obras, especialmente de pintura. Entretanto, pensar que a BPM pode ficar fechada por dias, semanas até, causa a mim (frequentador assíduo) certa preocupação. Penso que vão encontrar uma alternativa, desativando um setor e mantendo outro, para evitar o fechamento total.
A propósito, comentei recentemente que houve algumas alterações internas ali, com mudança das estantes, todas unidas no mesmo espaço. Dizem que ficou melhor, mais racional. Para mim, a impressão foi outra. De repente, parece que a oferta - pelo menos na área ficcional - ficou menor. Não sei. Havia tantas estantes nos dois lados da BPM, agora estão todas em um. Ultimamente, tenho tido dificuldades para encontrar alguma coisa por lá. O resultado é que vou, ando, procuro e volto sem nada. Não fossem os livros emprestados pela Telma, aqui da Redação, estaria sem opções de leitura. Mas e os que não tem amigos que podem emprestar livros, como é que ficam?
Árvores





