Está começando a pegar fogo a briga sobre o horário (e também os dias) de funcionamento do comércio. É um assunto ainda mais sério agora, quando também se discute o problema dos empregos.
A propósito, recebi um levantamento feito em relação aos resultados do funcionamento do Catuaí Shopping Center aos sábados, domingos e principalmente nos feriados.
No dia 15 de novembro, sábado e feriado, o Catuaí tabalhou das 10 às 22 horas. Recebeu naquele dia um total de 22.133 veículos, batendo o recorde anterior que havia sido registrado em 23 de dezembro do ano passado. Foi um aumento de 14% em comparação com o melhor movimento observado na véspera do Natal do ano passado. Por outro lado, também aconteceu um aumento de 50% no movimento, em comparação com o que tinha sido obtido no sábado anterior.
Dentro de alguns dias, todo o comércio vai começar a funcionar até mais tarde, em função das compras do fim de ano. Mas isso é esporádico, assim como também é o horário maior do comércio, no centro, só em um dos sábados do mês. A briga da Mesbla e da Riachuelo, insistindo em conseguir licença para funcionar por mais algum tempo, mostra que a idéia é boa e que funciona. O negócio é vender. Os horários e dias alternativos, diferentes do usual, ajudam muito.Ambulância
Um leitor veio pessoalmente contar o que aconteceu quando precisou levar sua mãe ao hospital. Ele revelou que a doente não se movimenta e por isso precisou pedir uma ambulância. Tudo certo: discou, chamou e ela veio. Bom atendimento, a doente foi colocada em uma maca, levada até o veículo e daí ao hospital.
Depois de atendida, segundo o leitor, sua mãe foi liberada para voltar para casa. Aí começou o problema. Como fazer o trajeto inverso? Em um carro, era difícil. Mas o pior seria quando chegasse em casa: como levá-la de volta para dentro, colocá-la na cama? Só havia uma solução, usar de novo a ambulância. Mas é neste ponto que a coisa complica: a ambulância, em Londrina, leva o doente para o hospital, mas não o conduz para casa. A não ser que o paciente (ou alguém por ele) pague.
O leitor diz que pagou R$ 25 para que a ambulância levasse sua mãe de volta para casa. E diz que não veio aqui para se queixar. Precisou do serviço, pagou por ele. Mas ele entende que a questão tem de ser levantada em relação a tantos outros doentes na mesma situação e cuja família não tem como pagar. Na sua opinião, as autoridades municipais deveriam pensar nisso em função dos que não têm recursos.Combustíveis
É confortador receber, como tem acontecido comigo, consultas de leitores sobre os mais diversos assuntos. Uma das questões mais citadas no momento, naturalmente, é a do preço dos combustíveis. Muita gente quer saber, principalmente, onde estão os preços menores.
Ainda não fiz uma pesquisa completa, inclusive porque o meu informante mais confiável e que fez o levantamento anterior para mim está em exames. Só na semana que vem é que ele poderá pesquisar para mim (e para vocês) a situação. Todavia, nas minhas andanças pela Cidade já deu para perceber algumas coisas. Por exemplo: há locais em que o álcool é vendido pelo mesmo valor cobrado antes do aumento. Isto significa R$ 0,527 o litro. Em relação à gasolina, tenho observado uma divergência grande de preços. Em alguns postos, cobra-se valor acima de R$ 0,80 pelo litro. Mas é possível encontrar o mesmo produto pela casa dos R$ 0,750. É só uma questão de procurar um pouco
Prevalece também uma cobrança maior para o prazo (cheque pré-datado). Com a inflação ainda baixa, continua a ser vantajoso pagar à vista, a não ser, claro, que a pessoa esteja enfrentando alguma emergência. Se a gente tiver dinheiro disponível no momento, é melhor pagar à vista.Recapeamento discutível

mockup