Praça Londrina (Estelio Feldman)
Não é feriado. Mas é uma data a ser rememorada, o 19 de novembro. Muitos sabem que é o Dia da Bandeira, nem tantos conhecem o motivo, que é simples. Proclamada a República, dia 15, o Governo Provisório resolveu, 4 dias depois, e pelo Decreto nº 4, criar a nova Bandeira que substituiria a que foi estabelecida por Pedro I, existindo ao longo de todo o período Imperial.
Interessante é lembrar que a nova bandeira mereceu muitas críticas. Tem gente que discute até hoje as palavras Ordem e Progresso, inscritas na bandeira. Passados, porém, 108 anos, penso que ninguém vai querer mudar. É a nossa bandeira, linda, com um detalhe que a mim parece fantástico: não tem a cor vermelha. E o vermelho, em bandeiras, lembra o sangue. Normalmente, o sangue derramado em defesa da pátria. Mas nós temos cores ecológicas, o verde, o azul, o branco da paz, o amarelo que lembra também as potencialidades minerais.
Somos um povo de paz, com uma bandeira que reflete isso. E que foi muito usada, inclusive nas grandes lutas cívicas contra a ditadura, em anos recentes. Um símbolo de nossa própria vida.
Para mim, em particular, uma data especial: no 19 de novembro, há 40 anos, a turma de 1957 do Tiro de Guerra de Londrina fazia o juramento à bandeira, encerrando seu serviço militar. Eu fazia parte da turma, que deixou saudades e plantou muitas amizades.Divulgação
Vejam vocês como são as coisas: li, na edição de ontem no jornal O Estado de São Paulo, notícias sobre o 1º Campeonato Brasileiro Intercolegial de Xadrez. Já informei sobre a competição, que será realizada no final do mês, no clube Canadá, uma promoção da Associação Londrinense de Xadrez, mas o que quero destacar é a divulgação externa. O esporte divulga a Cidade, desperta a atenção. Também por isso é que tenho insistido muito no apoio que se deve dar ao esporte, de modo geral.
Vejam o que o basquete fez por Londrina, no campeonato brasileiro! Jogos da equipe local foram mostrados pela rede de TV a cabo, houve notícias nas emissoras de TV e nos jornais de todo o País, um tipo de promoção que supera em muito o gasto que possa ser feito. O mesmo aconteceu em relação ao vôlei feminino, que, embora não tenha tido bons resultados, também promoveu a Cidade. E que dizer do autódromo? Leva o nome de Londrina ao mundo. De fato, já vi provas disputadas no autódromo pela ESPN internacional.
O esporte, que é fundamental no desenvolvimento humano, também serve como excelente veículo para promoção da Cidade, das empresas. Precisamos ter isso em mente e continuar investindo em nossas equipes e na realização de certames.Higienópolis
A propósito da magnífica reportagem publicada neste caderno, no domingo, sobre a situação do trânsito da avenida Higienópolis, recebemos mensagem via Internet de um leitor comentando o assunto. Diz ele:
O semáforo já existente na esquina da Higienópolis com Humaitá vai ganhar um verde-seta, segundo a reportagem do jornal. Eu acho isto perfeito. Entretanto, acontece que entre os dois semáforos na Higienópolis existe uma parada de ônibus e quase sempre caminhões parados em fila dupla dificultando o tráfego para quem vem da rua da Lapa. Não vai ser tomada nenhuma providência a respeito?
O leitor também comenta a posição dos semáforos, em geral, ponderando: O posicionamento correto de um semáforo é sempre na calçada depois do cruzamento, não antes como acontece com todos os semáforos de nossa cidade! Isso dificulta sua visualização.
Completando, o leitor deixa um pouco a avenida Higienópolis e assinala considerar que a instalação de um semáforo na avenida Tiradentes com a rua Bauru sempre foi necessária, principalmente porque existem bancos, escolas e transporte coletivo, etc. na região. E afirma: Fico contente que esta medida esteja em estudo.O drama do seu Nelson





