Arquivo FolhaPrevençãoPM nas ruas: medida simples que aumenta em muito a segurançaEm uma longa e muito interessante mensagem via Internet, o leitor Luiz Carlos Pielak faz uma série de colocações a respeito da falta de segurança em Londrina e região, pedindo providências no sentido de se garantir uma situação menos traumática para a população.
É notória - diz a mensagem - a falta de policiamento, a falta de comando na Polícia Militar. Só para citar um exemplo: todo domingo acontecem rachas e arruaças na avenida Higienópolis, mas nem por isso existe algum patrulhamento. E isto acontece a uma quadra do apartamento do prefeito da Cidade.
Na sequência, Luiz Carlos conta que mora em Londrina mas tem um estabelecimento em Cambé e que a cada dia que passa pensa em aumentar o tamanho da cerca de sua casa. E ele continua:
‘Estamos vivendo em um estado de total insegurança. Esta semana meu estabelecimento (posto de gasolina e lanchonete) foi assaltado, por 4 indivíduos, que não se deram ao trabalho de esconder os rostos. Colocaram 37 pessoas contra a parede, tiraram o dinheiro de suas carteiras e, se não bastasse, ainda tomaram cerveja antes de partir. A Polícia Militar foi acionada, mas demorou cerca de 15 minutos para atender ao chamado, se preocupando somente em preencher relatórios. Esta é a segunda vez que isto ocorre somente este ano.’Apelo
Na sequência da mensagem que me enviou, via e-mail, o leitor Luiz Carlos Pielak conta que estava jantando com um casal amigo, oriundo do Canadá, no Toninho’s, na Duque de Caxias, falando das belezas de Londrina, quando seu carro foi arrombado, a somente 15 metros de onde eles estavam.
‘Afinal - pergunta o leitor - que lugar é este em que moramos, onde vivemos atrás de barras com medo, e os ladrões vivem à solta, fazendo o que bem querem?’
E não é só isto o que preocupa o leitor que escreve, mais adiante: ‘É praticamente impossível passear por Londrina nos fins de semana, pois os chamados ‘boys’ estão constantemente apostando corrida, colocando em risco a vida de nossa família. Conhecendo sua coluna, e sabendo da sua preocupação a respeito dos fatos, peço novamente que use sua influência jornalística para solicitar a melhora da segurança em nossa Cidade. Após viver aqui tanto tempo, estou pensando seriamente em mudar de cidade’.
Isto é o que mais assusta. Quando uma pessoa diz que está pensando em mudar da Cidade, penso que passou do tempo de a gente tomar uma atitude mais concreta. Se tem coisa que mexe com todos nós é mudança. Mudar de casa é um tanstorno. De cidade, então, nem se fala. Combustíveis
Como proprietário, também, de um posto de combustível, Luiz Carlos Pielak envia considerações principalmente sobre os prazos que têm sido dados por alguns estabelecimentos. Segundo afirma o leitor, atualmente a menor taxa cobrada para desconto de cheques pré-datados está na ordem de 4,1% ao mês, enquanto a margem de lucro bruta está entre 14% e 17%.
‘Como conselho - assinala Luiz Carlos - desconfie de prazo muito longo e gasolina muito barata. Pode se tratar de produto adulterado. Um posto que trabalha com 60 ou 65 dias de prazo paga 8,2% de juros bancários, e é de duvidar que sobre muita coisa para as demais despesas. Sou a favor do uso de um selo de qualidade pelos postos, que, para ostentá-lo, deveriam passar por diversos testes, do Inmetro e DNC. Esta é uma das metas do Sindicombustíveis/PR. Acredito que em breve será implantado em todos os postos da região que estiverem em acordo quanto à qualidade e quantidade de vendidas’.
O leitor defende a concorrência. Entretanto, pondera, ‘os fatores que regem os custos de um posto de gasolina pouco ou nada têm a ver com a taxa mensal de inflação, mas sim com as variações das taxas de juros bancários cobrados dos proprietários de postos’. Bazar da Santa Casa

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