Mário CésarAlívioJoão Cândido com Miguel Blasi: obras devem melhorar trânsitoO Ippul planejava começar ontem as obras para a readequação geométrica na confluência da rua Professor João Cândido com a alameda Miguel Blasi e com a rua Pio XII. Mas a chuva inesperada obrigou a uma mudança de planos. A assessoria do órgão garantiu, porém, que é só a chuva passar que o trabalho começa. O projeto vai alargar um trecho da pista. Numa extensão de 30 metros, do lado direito da João Cândido, será criada uma terceira faixa de rolamento para os motoristas que desejam virar à direita, acessando a alameda Miguel Blasi.
Segundo o Ippul, o trecho é um dos pontos mais críticos da área central quanto à questão da fluidez de tráfego, sendo que nos horários de rush o trânsito no local se torna extremamente lento. Um detalhe, na informação que o Ippul mandou a respeito: o alargamento do trecho não vai prejudicar o fluxo de pedestres.
Além de se manter as calçadas para o livre trânsito de pedestres, será implantado entre a Professor João Cândido e a alameda um tempo de semáforo exclusivo para eles. Está prevista, também, a colocação de completa sinalização horizontal (pintura na pista) e vertical (placas).
As obras devem durar dois dias. Quer dizer, caso se iniciem hoje estarão concluídas até quinta-feira. No período, o trânsito no local ficará reduzido à meia pista, criando transtornos. Mas penso que a gente pode aguentar, esperando que, depois, as coisas melhorem mesmo naquele ponto.SOS Cambé
Já uma vez, publiquei aqui a reclamação de um leitor sobre o abandono de uma praça existente na vizinha Jataizinho. Agora, recebo do Reinaldo um recado via Internet falando sobre uma praça em Cambé. E embora esta seja uma Praça Londrina, até por solidariedade, e também porque, afinal, se os leitores escrevem é porque a Praça de algum modo chega até a cidade deles, sinto-me obrigado a abrir espaço para o apelo do leitor cambeense.
Conta ele que mora em Cambé, em frente a uma praça no jardim Novo Bandeirantes. E manda o recado by Internet: ‘E gostaria de chamar a atenção do prefeito de Cambé por meio desta tribuna quanto ao abandono das praças no meu bairro. Antes eu podia levar meus filhos para tomar sol e brincar, hoje está tudo depredado e abandonado; há 8 anos não é feito nenhum investimento na praça da rua Julia Maria da Costa. Os brinquedos que antes existiam ali são baratos (balanços, escorregadores). Será que o prefeito José do Carmo não poderia ver isto pra gente?’
Conhecendo como conheço o prefeito de Cambé, a quem chamo de amigo particular de longa data, tenho a certeza de que, apesar de todos os outros problemas que enfrenta, ele vai dar atenção à praça do Novo Bandeirantes. Afinal, a praça é do povo como o céu é do condor, conforme dizia Castro Alves. E José do Carmo, duas vezes eleito pelo povo de Cambém, tem profundo respeito pelo que a população pede.Rio de Janeiro
Como esta é a Praça Londrina, acredito que não preciso explicar que se escrevo ‘Rio de Janeiro’ estou me referindo à avenida local e não à Cidade Maravilhosa. Aliás, permito-me divagar para dizer que uma das coisas que me apaixonou em Londrina, logo que cheguei, foi o nome das ruas. Eram cidades e Estados. Morei na Paranaguá, esquina com Goiás, perto da Santos, da Belo Horizonte, da Espírito Santo, da Pará. Cada nome, uma homenagem e uma lembrança.
Bom, mas sobre a avenida Rio de Janeiro, tenho um apelo feito por um leitor. Ele pede que o Ippul faça ali o que foi feito na Souza Naves: proibição de estacionamento em um dos lados, com o que o trânsito passou a fluir muito melhor por toda a rua. E com um detalhe, que ele fez questão de destacar: o comércio da Souza Naves melhorou, ganhou com isto, segundo revelou.
A Rio de Janeiro, que é paralela à Souza Naves e tem, também, muito movimento, sem dúvida ganharia muito caso fosse realizado ali trabalho similar ao da outra artéria. O que, aliás, não deverá ser muito difícil. Claro que isto criará mais problemas para quem precisa estacionar carros. Mas acredito que a preocupação maior hoje é com espaço para o trânsito e não para estacionamento. Claro, este também é um problema, que porém propicia outras soluções. Já a melhoria no fluxo de trânsito em artérias tão importantes quanto a Rio de Janeiro é algo que não pode ser minimizado.Teatro vai à escola

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