Praça Londrina (Estélio Feldman)
Dorico da SilvaPela metadePlaca com nome de rua ao lado de semáforo: sinalização incompletaSemana passada, eu estava para destacar aqui o que considerei uma boa idéia: a colocação de placas com o nome das ruas no alto dos semáforos, o que, pelo que vi, está sendo feito na JK e em algumas transversais. Mas um leitor veio falar comigo para fazer uma inteligente ponderação a respeito. Disse que a placa é incompleta e explica:
O camarada vai pela Souza Naves e, ao chegar no cruzamento com a JK, vê, no alto, a placa com o nome JK. Como não há qualquer indicação, ele não sabe se vai cruzar a JK ou se está andando por ela. Isto pode parecer bobagem para quem conhece bem a região, mas placas existem para ajudar principalmente aos que não são passantes permanentes da região.
Rendi-me à argumentação até porque lembrei do sufoco que passei quando circulei por algumas capitais brasileiras, totalmente perdido, e em dificuldades para me orientar. Na época percebi como uma sinalização bem feita ajuda.
Quanto à sinalização a que me refiro aqui, a que se colocou em algumas ruas na região da JK (não sei se isto será feito em outras áreas da Cidade), o leitor ponderou que não será difícil superar a falha que detectou: a simples colocação de setinhas, indicando a direção da rua cujo nome está na placa, resolveria o problema. Só não sei se isto será possível agora, com as placas já prontas. Mas a idéia, penso, pode ser estudada pelos responsáveis.Ônibus
Semana passada, publiquei aqui o apelo de uma aluna da Unopar a respeito da questão dos coletivos que servem a região em que funciona aquele centro de ensino. A propósito, o assessor de comunicação da Comurb, Pedro Livoratti, envia uma nota, informando que a empresa está estudando a melhor maneira de atender aos professores e alunos da Unopar, usuários do transporte coletivo urbano. Assinala que a Comurb não descarta, inclusive, a criação de uma linha exclusiva que possa atender aos mais de 4 mil estudantes da Unopar. Mas indica que estão em estudo outras alternativas, inclusive um novo itinerário que poderia ter maior número de viagens durante os horários de pico, aqueles de entrada e saída das aulas.
A nota informa ainda que a Comurb vem promovendo uma série de adaptações no sistema de transporte, buscando proporcionar melhoria para os usuários de várias regiões. E completa adiantando que, no caso específico da Unopar, a necessidade já foi identificada e, em breve, serão adotadas medidas visando atender aos reclamos dos usuários.
Pois é, a coisa é tão fácil e pode funcionar tão bem. Queixas, reclamações e principalmente sugestões por parte dos principais interessados deveriam merecer sempre a atenção dos responsáveis porque, afinal, o que todos querem é a mesma coisa: um serviço público que funcione.Correções
O leitor Domingos Milton Mostosso Serralbo escreve para o jornal a fim de apontar falhas que detectou nesta Praça. A primeira diz respeito à notícia (com foto) publicada aqui no dia 3 sobre a questão dos semáforos para pedestre. Ele aponta a falha do comentário que fiz na legenda da foto. Normalmente, entendo que não se deva fazer comentários diante da crítica, que é necessária e importante. Apenas me permito lembrar que logo em seguida, alertado por outro leitor, já havia feito a correção relativa ao equívoco.
O outro comentário do sr. Domingos é relativo às discussões sobre a situação do Zerinho, abordando comentário bem anterior, publicado dia 14 de setembro, sobre idéias que haviam sido propostas a respeito da transposição do local. Ali eu escrevi que a primeira coisa para se construir um viaduto será destruir o Zerinho para fazer o buraco. O leitor explica: o viaduto é uma passagem elevada; se for uma passagem subterrânea, como parece sugerir a referência a buraco, aí teremos um túnel e não um viaduto.
Agradeço, sinceramente, o reparo. E aproveito para informar que, felizmente, não vai haver nem túnel, nem viaduto, nem passagem de qualquer modo. Segundo fui informado, depois do movimento surgido, além do resultado dos estudos feitos pelo Ippul, resolveu-se deixar o Zerinho como está, sem reabrir a rua. De qualquer modo, vale o esclarecimento do leitor.Perigo na Feira





