Pedestres, como muitas vezes já observei, não são muito privilegiados em Londrina. Mas a gente poderia acreditar que nos pontos em que há semáforo para eles a situação deveria ser melhor. É porém um engano, pelo menos segundo a opinião de um leitor a respeito do semáforo que existe na alameda Miguel Blasi e que deveria facilitar a vida do pedestre.
Conforme o leitor, é grande o risco de quem confia no semáforo porque o farol para a passagem do pedestre muda rapidamente e, como é o péssimo hábito dos motoristas londrinenses, os carros pulam sobre os incautos que estejam atravessando a rua.
Na verdade, a famosa faixa de segurança, lá como em qualquer parte, deveria proteger os pedestres. Em tese, quando alguém atravessa por lá, está protegido. Mas isto também é um engano. Raramente se observa um motorista que pára o carro ao chegar a uma de tais faixas, diante da passagem de alguém.
A impressão é a de que pouco adianta insistir nisto porque quem está ao volante parece sentir-se em situação superior à dos pobres pedestres. Todavia, é imperioso voltar sempre ao assunto porque se trata até de uma questão de civilidade a atenção e o cuidado com os que andam a pé.
Mais atenção aos pedestres, tanto dos motoristas quanto das autoridades que cuidam do trânsito, revelaria um aspecto positivo que se deve buscar na valorização das pessoas que deveriam ser consideradas mais importantes que os veículos.Preços
Dia destes, lá pelos lados do Shangri-lá, fui surpreendido pelo ‘carro do sorvete’. Fazia tempo que não o via, talvez porque, apesar do calor, o inverno não seja o tempo do sorvete. De qualquer modo, uma surpresa agradável: ao invés das 6 bolas de sorvete por um real, que era o preço de que me lembrava de outras épocas, agora a oferta era de 10 bolas por um real. Quer dizer, o preço não permaneceu estável; baixou.
Daí descobri mais uma coisa que posso comprar com 3 reais: 30 bolas de sorvete. Para quem, como eu, adora sorvete, é uma beleza. E não questionem a qualidade: o sorvete vendido pelo carro, pelo menos aquele que comprei, é bom.
Claro, é também uma questão relevante, esta do gosto. Mas, vejam, a marca mais famosa à venda entre nós é, também, a mais cara. Tenho deparado com algumas outras, no supermercado, bem mais em conta. Sempre compro para experimentar. Semana passada, encontrei aquelas caixas de 2 litros, em oferta, pela metade do preço da marca ‘famosa’. Comprei, levei, experimentei e gostei. E se o consumidor em geral fizer isto, força a baixa. Aconteceu com o refrigerante de marca nacional. Acontece com qualquer coisa.
Só do que se precisa é manter a atenção. Não vamos esquecer que os preços estão estáveis e nosso salário também. Quer dizer, gastar menos aqui, economizar ali, pode fazer a diferença na valorização do que a gente ganha.Promoções
Começa amanhã, a partir das 18 horas, a Olimpíada Máxi-97, uma promoção já tradicional do Colégio Máxi que tem servido para o congraçamento entre alunos, pais, professores e comunidade. E complementa o aspecto do trabalho educacional da escola. A festa será realizada no Moringão.
E no próximo dia 7, no Cine Teatro Ouro Verde, a partir de 20h30m, será realizado o concerto ‘Um presente de Nishinomiya para Londrina’, promoção da Prefeitura, da Secretaria da Cultura e da Associação de Intercâmbio Londrina-Nishinomiya.
Por outro lado, vale a pena também anunciar que estão expostas, no Espaço Cultural da Biblioteca da Unopar de Londrina (av. Paris, 675, Jardim Piza), 20 maquetes de lojas comerciais. O trabalho foi desenvolvido pelos alunos do 2º ano do curso de Desenho Industrial, sob a coordenação do professor Ivanóe de Cunto. As maquetes foram confeccionadas em madeira e papel e retratam lojas de material esportivo, butiques, oficinas mecânicas, em todos os detalhes. A exposição fica aberta até o final desta semana.
Para completar, a Secretaria da Cultura abriu inscrições para um curso básico de fotografia, com o fotógrafo Rui Porto. O curso vai se realizar dias 20, 23, 27 e 30 deste mês e dia 3 de novembro, sempre das 19h30 às 22 horas. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até o dia 17, na Secretaria da Cultura, Praça Primeiro de Maio, 110.Semáforos

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