O projeto Onde Moras, destinado a oferecer condições para que famílias carentes consigam erguer suas próprias casas, está agora no Jardim Olímpico, onde começou a ser construída, em sistema de mutirão, por 10 famílias, a primeira casa. A idéia é construir ali 100 residências.
Para dar melhores condições às famílias que trabalham, funcionários do Banco do Brasil, através de sua associação, resolveram doar cestas básicas às famílias que participam do projeto. Na sexta-feira passada, foi feita a primeira entrega, em um clima de muita animação, inclusive porque se tirou à doação o cárater puramente assistencialista. Trata-se, no caso, de oferecer um tipo de apoio para que as famílias possam se dedicar sem maiores preocupações ao projeto que estão desenvolvendo.
O que se tem aí é uma verdadeira amostra do que é possível fazer com boa vontade e criatividade. Não é paternalismo, mas a verdadeira essência de um atendimento participativo. As pessoas que trabalham no projeto estão trabalhando para si, usando os meios que possuem, e o apoio que recebem, inclusive o da doação de cestas básicas, representa um estímulo além de constituir uma base.
Com o apoio que se consubstancia nas cestas básicas, as pessoas podem trabalhar mais tranquilamente. E o projeto vai se desenvolvendo de modo melhor, dando a certeza de que poderá de fato atingir todos os seus objetivos.Ippul, socorro
Depois de fazer um abaixo-assinado, de atender a todas as exigências, solicitando a colocação de algum tipo de proteção para evitar os abusos que os motoristas praticam na rua em que residem, moradores da rua Madre Henriqueta Domici vieram à Praça para pedir que transmita o apelo ao Ippul.
A rua, contam, até que era tranquila à época em que parte não tinha asfalto. É verdade que mesmo assim havia problemas. Mas, agora, quando ela foi toda asfaltada, os malucos do volante, uma raça em crescimento nesta Londrina, resolveram transformá-la em mais uma pista de alta velocidade e de enorme risco.
O abaixo-assinado foi feito há mais de 8 meses, quase o tempo para nascer uma criança. O Ippul já mandou suas equipes, já fez levantamentos, medição, tudo o que, dizem, é necessário realizar para dar solução. Mas, até agora, nada. E a questão que os moradores de lá e os pedestres em geral desta Londrina que parece viver sobre rodas é sobre se as autoridades estão esperando que aconteça alguma coisa pior para, depois, apresentar alternativas.
Penso que nosso trânsito não precisa de mais vítimas. E entendo que os moradores daquela rua, diante do esforço que já fizeram, merecem atenção e solução. Urgente, de preferência. Seja com sinalização mais eficiente, seja com semáforos ou, principalmente, diante da realidade atual, com alguns quebra-molas.Country
A gente pensa que jornalismo é só notícia ruim, é só crítica, é cara feia e reclamação. Não é. Na verdade, muitas vezes, eu mesmo, que vivo em função das notícias, fico deprimido com tanta coisa ruim que os jornais publicam, a TV mostra, as revistas destacam. Mas quando existe coisa boa, também é notícia. E é até agradável falar de coisas boas.
Por isto é que o fax que o Júlio César, sócio do Country, me mandou, foi recebido com satisfação. Na mensagem ele conta que ‘a paisagem do Londrina Country Club está mudando. O clube agora começa a mostrar que está bem administrado. Notei pinturas em várias áreas, modificações do paisagismo, limpeza em todas as vias do clube e manutenção das obras. Tudo parece estar mais ágil e os funcionários mostram que também estão preparados a começar pelo atendimento ao telefone e também no contato com a gente. Como sócio, fico muito feliz’. E eu, embora não sócio, também, porque o Country faz parte da vida e da história de Londrina e porque é bom divulgar também a satisfação das pessoas diante de um trabalho bem feito.
Aliás, tenho tentado deixar claro que o espaço também existe para isto, para reconhecer o bom trabalho, para louvar as realizações, mesmo que em âmbito que, como no caso, parecem mais restritos. De fato, questões do Country estão mais afetas aos sócios. Mas o LCC é, como os outros clubes, patrimônio da Cidade.Sugestão para o Igapó

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