Praça Londrina (Estelio Feldman)
Sábado, no Calçadão, o pessoal da Funcart deu sequência à campanha que lançou, recentemente, visando conseguir recursos para manter as atividades que desenvolve. A campanha, já anunciada aqui, visa conseguir a adesão do público para que faça doações que são cobradas diretamente da conta telefônica. Até por isto, o título é Dar é uma questão de impulso.
Quem quiser participar, só precisa autorizar o débito mensal, durante um ano, de uma quantia em sua conta telefônica. O mínimo para doação é um real que, convenhamos, não é muito pesado. Para tentar ganhar um automóvel ou uma TV ou alguma grana nos tais concursos que a TV oferece em excesso nos últimos tempos, o interessado paga 3 reais. Fico pensando em quem insiste na tentativa, no quanto vai gastar no fim do mês. Pois é, para ajudar a Funcart, basta um real por mês. A gente não tem a possibilidade de ganhar um prêmio, mas, vamos e venhamos, a chance também de sair com um carro é muito pequena. E fazendo doação para a Funcart a gente tem a certeza de que está ajudando uma boa causa, colaborando com a cultura, propiciando a que muita gente possa ter um caminho melhor na vida.
Vale mais a pena dar real por mês (ou mais) do que entregar um trocado na rua aos muitos que ficam pedindo em vários pontos da Cidade. E tenho a certeza de que Londrina vai de novo corresponder ao esforço que o pessoal da Funcart está realizando.Críticas
O leitor José Luiz dos Santos envia longa carta com críticas (muitas), elogios e sugestões sobre coisas da nossa Londrina. Começa com o mictório público instalado na praça defronte do Cine Teatro Ouro Verde, que merece críticas pelo preço que cobra (R$ 0,20) e pelo cheiro que exala. Inclusive levanta dúvidas sobre a questão relativa à administração. O local, embora público, não é administrado por um funcionário mas por uma pessoa que explora o serviço. E pergunta se houve licitação para a terceirização, se há algum tipo de exigência para o funcionamento.
Outra crítica é em relação ao trânsito constante de bicicletas no Calçadão, pondo em risco os pedestres. Isto sem contar que é proibido andar de bicicleta ali. Pior, segundo o leitor, é o fato de que veículos estão circulando também no local, após às 18 horas, o que representa um perigo maior ainda para os pedestres.
José Luiz reclama, ainda, das dificuldades de passagem na calçada da rua Rio de Janeiro, desde o terminal urbano até o Banco América do Sul. O pedestre enfrenta a concorrência de tudo quanto é tipo de comércio, desde o de alimentos até o de cigarros contrabandeados. E lembra também o debate que surgiu quando da anunciada majoração da tarifa do transporte coletivo urbano. A Câmara, recorda, disse que ia verificar o assunto, com rigor. Até hoje, N A D A. Um elogio: à administração da Rodoviária, que estancou a água que jorrava de suas torneiras.Tae-kwon do
Recebi fax da Âncora Imprensa anunciando a realização, entre os dias 12 a 14 deste mês (sexta-feira a domingo), do 2º Brazil Open Tae-kwon do. A competição reúne atletas brasileiros, europeus, asiáticos e das três Américas. A organização espera que o evento receba cerca de 800 competidores.
O certame tem o apoio da União Panamericana de Tae-kwon do, da Confederação Brasileira e da Federação Paranaense e se realiza no Moringão. O responsável pelo evento é o professor Fernando Madureira, que foi campeão brasileiro interclubes, em 1991, pentacampeão paranaense, vice-campeão sulamericano e vice-campeão panamericano.
Estará presente ao evento o maior nome do tae-kwon do mundial, mestre Kook Hyun Jeong, tetracampeão mundial e campeão olímpico de Seul, que realiza, amanhã e sexta-feira um workshop em que abordará as técnicas avançadas de luta, o processo de aquisição de técnicas e métodos de treinamento tático.
Temos aí um evento de nível nacional, movimentando a Cidade. Uma coisa muito boa, ainda mais quando se sabe que o esporte tem excelentes representantes em Londrina, atletas que conquistaram muitos troféus em certames nacionais e internacionais.
É uma excelente oportunidade para os atletas, naturalmente, ainda mais devido ao intercâmbio. E também para o público que, certamente, vai prestigiá-la.Clubes e estudantes





