Praça Londrina (Estelio Feldman)
A propósito de comentário feito aqui, na semana passada, sobre os meninos de rua, a secretária de Ação Social, Marisa Goettel do Nascimento, envia fax informando que estão sendo desenvolvidos vários projetos para enfrentar a questão, com destaque para o programa de Abordagem de Rua e para o Programa de Encaminhamento ao Trabalho e à Escola.
No primeiro, as equipes estão em constante contato com as crianças, procurando conhecer os motivos que as levaram para as ruas e buscando, com elas, soluções possíveis e concretas. Para evitar que mais crianças se dirijam à rua, estamos atendendo em 9 bairros e 4 distritos, com as oficinas comunitárias, onde 1.155 crianças e adolescentes têm diariamente reforço escolar, diz a mensagem.
No segundo programa, conforme o fax, 52 adolescentes foram encaminhados ao trabalho educativo e 200 crianças são atendidas pelo programa da Rua para a Escola.
Muito adequadamente, a secretária pondera que problema dessas crianças não se resolve com um estalar de dedos. Tirar as crianças da rua é uma tarefa que leva tempo.
No final, a sra. Marisa pede que a população participe, com sugestões, idéias e denúncias para que juntos possamos buscar soluções. A Secretaria de Ação Social de Londrina está aberta a todos os interessados em cooperar para que encaminhemos essas crianças para uma vida digna.Semáforo
Passei terça-feira pela JK, subindo da Duque de Caxias, e fui surpreendido pelo novo semáforo, na esquina com a Mato Grosso. Depois, à tarde, o leitor que tinha me falado sobre a situação do trânsito naquele ponto veio comentar o assunto, falar que o semáforo acabou melhorando muito a transposição da avenida.
Sabem os que me acompanham que não sou apreciador dos semáforos. Mas o que a gente não pode deixar de reconhecer é que eles são necessários. Aquele ponto, conforme tinha sido comentado, era terrível para quem precisava atravessar a JK. Um sufoco e muito medo. Agora melhorou.
Tem só um problema, naturalmente: o londrinense não é exatamente amigo de obedecer aos semáforos. Tenho testemunhado isto com uma constância enorme. E esta situação, naturalmente, cria mais riscos. Se não há sinal, quem precisa transpor uma via movimentada toma cuidado. Mas, se tem semáforo, ele vai. Daí corre o perigo de ser acertado por um daqueles desrespeitadores de sinal.
O que é preciso é insistir sempre nisto: o motorista precisa respeitar o sinal, assim como toda a legislação do trânsito. O risco que se corre (e que se cria para os outros) é desnecessário. O que pode acontecer de menos ruim é uma batida, o que já é desagradável e oneroso. Mas também pode haver vítimas, o que é muito pior. Com respeito à sinalização, a vida fica melhor.Apelo
Leitor, residente na região perto da Carambeí, liga para pedir socorro. Conta que a situação do trânsito ali, notadamente na hora do rush, é muito ruim, altamente perigosa. Diz que é complicado o acesso à Via Expressa e que, de modo geral, como acontece praticamente em toda a Cidade, a velocidade dos motoristas por toda a região é excessiva, o que aumenta o perigo.
Ele não soube dizer o que poderia ajudar a diminuir as dificuldades, mas pensa que em alguns pontos talvez um semáforo ajudasse e que, no que tange à velocidade, seguramente a idéia melhor seria a adoção de redutores. Infelizmente, pelo que se nota no restante da Cidade, as tais lombadas eletrônicas não devem resolver, porque apresentam muitos defeitos. Então, o que surge como alternativa mais viável são os famosos quebra-molas. Também não gosto deles, mas acontece que a gente sabe que, na maior parte dos casos, são a única coisa que realmente funciona. Os malucos diminuem a velocidade porque caso contrário podem rebentar o próprio carro.
Penso que o Ippul, que, sempre é importante repetir, está fazendo um serviço muito bom em vários pontos da Cidade, poderia dar uma estudada em toda a situação naquela área, a fim de buscar as melhores alternativas no sentido de facilitar as coisas para os moradores e conter um pouco a violência dos que abusam da velocidade.Horário de verão





