Agosto ainda nem acabou e a Associação Comercial e Industrial de Londrina já está pensando no Natal. Na próxima segunda-feira vai acontecer, lá na Casa do Papai Noel, o lançamento da campanha LondriNatal 97.
Está certo. Se a gente quer - e penso que este é um sentimento comum - fazer mesmo do Natal uma grande festa, que envolve não só a parte comercial, então é preciso mesmo planejar desde já. Há muita coisa a fazer e o desafio é sempre o de melhorar. Em 96, Londrina foi uma festa, com luzes, cores, alegria, inspiração. Passear pela Cidade era um encanto. A festa de luzes, as casas enfeitadas, a animação, tudo acabou criando inclusive um clima diferente.
Claro, tem também o aspecto comercial, que é importante. Há o lado turístico. De fato, a gente pode pensar mesmo em promover Londrina em nível regional, atraindo visitantes para que venham, vejam, se encantem e (por que não?) comprem aqui.
Vamos fazer mesmo uma grande festa, vamos movimentar o mês todo de dezembro que não é só o do Natal mas, também, do aniversário de Londrina. Para que tudo funcione, concordo que é preciso começar logo, já nesta segunda-feira, com muita animação, muita disposição, enorme vontade.
Pretendo até fazer algumas cobranças: o Hotel Bourbon, por exemplo, que fez uma excelente decoração em 95, ficou ausente em 96 mas prometeu voltar em 97, ajudando a embelezar a Cidade.Peju
Em relação ao Projeto Educação do Jovem à Universidade, Peju, o cursinho destinado a alunos carentes, recebi duas mensagens. A primeira foi da Apeart, agradecendo a publicação do informe sobre o cursinho. A outra, do leitor Eduardo Tolomeotti, mais crítica, contestando alguns dados aqui publicados sobre o Peju e seus idealizadores.
Segundo Eduardo, o projeto não foi criado em agosto de 95, como citado na Praça, mas em janeiro de 96. Informa que a experiência de agosto a dezembro de 95 foi o projeto Cursinho Cooperativo, coordenado e concretizado pela Coordenação da PJ dos Cinco Conjuntos, tendo a Apeart dado apenas assessoria à época. Depois, afirma, é que a Apeart o assumiu.
O leitor faz algumas críticas relativas ao modo como as coisas se passaram, mas reconhece que agora o projeto ‘pode, ainda, ser considerado de uma certa forma popular’, mas entende que a proposta original foi desvirtuada.
Sinceramente, não gostaria de provocar polêmica a respeito, até porque, como o leitor reconhece, o Peju realiza um bom trabalho, preenche uma lacuna, dá oportunidade a quem, de outro modo, não poderia se preparar para o vestibular.
Aí talvez me perguntem: mas por que, então, publiquei partes das críticas do leitor? É que isto faz parte do espírito mesmo desta Praça. O espaço é aberto e pretende continuar assim.Arcaísmo
A queixa é simples: um leitor telefona para mim a fim de contar que o filho dele está para tirar a carteira de habilitação. Então, naturalmente, ligou para o Detran a fim de pedir informações. Resposta: o Detran não fornece informações por telefone. Os interessados devem ir até lá!
Está certo? Bom, pode ser até uma idéia defensável, porque os responsáveis talvez aleguem que passar informações por telefone ocupa demais o aparelho. Ou podem até ponderar que não tem funcionários para isto. Mas, vamos e venhamos, neste final de século, nesta época de Internet, de informação, de avanço, um órgão público negar-se a dar simples informações sobre uma coisa tão fácil quanto o exame para a concessão de carteira de habilitação parece coisa de quem não quer mesmo facilitar a vida de ninguém.
Claro, o interessado poderia procurar algum despachante, que afinal eles estão aí para isto mesmo e, seguramente, devem ter condições de dar todas as informações. Mas se a pessoa não quer procurar despachante, se não quer ter uma despesa maior, se pode fazer (ou ao menos obter informações pessoalmente) não se entende por que é que isto não pode ser fornecido pelo telefone.
Isto tem a cara de quem quer é complicar a vida dos outros, o que é incompátivel com o que se espera de um órgão público. Se o Detran não responde consultas por telefone, está na hora de mudar de idéia.Vamos ajudar a Funcart

mockup