Arquivo FolhaVibraçãoMoringão cheio, vibração do público: a gente já está sentindo faltaNo final da Copa América de Futebol de Salão, disputada no Rio Grande do Sul, com nova vitória brasileira, ouvi a informação de que nossa seleção vai fazer três amistosos no Paraná, um em Londrina, no começo de setembro. O jogo, segundo as informações, envolverá os brasileiros contra um selecionado da Copa América, quer dizer, uma disputa muito forte.
Uma excelente oportunidade para ver, em pessoa, nossos atletas do futsal que têm dado muita alegria aos torcedores, a ocasião de ver de perto Choco, Manoel Tobias, Fininho e tantos outros.
Seguramente, se houver uma boa divulgação, o Moringão vai lotar, como tem acontecido quando há boas promoções. Aliás, vendo os jogos da Copa América de Basquete Feminino, que está sendo disputada em São Paulo, fiquei com pena e com raiva. Pouca gente para ver as nossas fantásticas jogadoras de basquete, que já conquistaram na quadra a vaga para o Mundial do ano que vem e que podem ir além nesta disputa, mesmo sem Hortência.
Fiquei pensando que, se a disputa fosse por aqui, o Moringão estaria cheio e a gente poderia vibrar com Paula, Marta, Branca, Leila, Helen, Silvinha e mais as jovens Kelly e Claudinha, entre outras.
Por falar nisto, quando é que o nosso time de basquete masculino vai voltar a jogar? E o de vôlei feminino, será que continua? Há notícias ruins vindas do handebol feminino, sem apoio, perdendo atletas. Isto não pode acontecer.Violência 1
Com folhetos de um cursinho nas mãos, um rapaz se aproximou de um jovem que havia saído da escola e se dirigia para casa. Local: JK com Paranaguá. O moço entregou o planfleto e, ato contínuo, empurrou o rapaz para uma mureta. No mesmo instante, outro rapaz se juntou ao primeiro. Exigiram dinheiro, que o estudante não tinha, pediram o relógio, que ele também não levava. Sem nada para roubar, apenas ameaçaram o jovem, que saiu apavorado.
Quem me narrou isto foi a mãe do estudante, muito preocupada, ainda mais porque a tentativa de assalto aconteceu em lugar movimentado mas à luz do dia. E destacou o truque: a entrega de um panfleto para distrair atenção. Eu que falo muito sobre esta questão, enfatizando que é uma atividade que pelo menos garante uma remuneração a quem precisa, fiquei muito contrariado. Este tipo de prática pode fazer com que as pessoas fujam de quem está entregando panfletos, o que tiraria um ganho (ainda que pequeno) de muita gente.
Neste caso, uma vez mais, o que se tem de reclamar, de exigir com toda a força é que as autoridades se mexam. A Cidade está em precária situação no que tange à segurança. Menores andam pelas ruas, inclusive porque a Prefeitura está falhando com os programas para atendê-los. E a polícia não faz também sua parte, faltam policiais pelas ruas, para dar mais segurança à população. A simples presença de policiais inibe a maioria dos marginais.Violência 2
Em pleno centro da Cidade, no Zerinho, um jovem foi esfaqueado, quarta-feira à tarde. Pode ficar com sequelas muito sérias em consequência disto. Testemunhas informam que ele foi agredido por menores. A vítima falou que era um assalto. De qualquer modo, é a violência que toma conta de toda parte.
E a coisa é tão séria que, quando acontece alguma coisa, como a tentativa de assalto relatada ao lado, as pessoas até agradecem aos marginais porque não feriram a quase vítima. Estamos, realmente, em situação muito séria. O medo toma conta. Houve quem visse o jovem sendo agredido no Zerinho. Mas ninguém teve coragem de intervir. O risco é, realmente, enorme. Uma vez, há muito tempo, vi um garoto sendo violentamente agredido por outros dois, diante da Biblioteca. Interferi. Depois, confesso, fiquei com medo. Porque eles marcam as pessoas e, muitas vezes, tentam se vingar. Coisa de louco.
Não podemos permitir que a situação continue assim, que os registros de atos de violência se multipliquem, que fiquemos com medo de atravessar um parque, andar pela rua, sair de casa!
O problema, pelo que se vê, não é de uma área da Cidade, mas de toda ela. A violência está se repetindo no centro, nos bairros, por toda parte. Existem regiões, conhecidas da polícia, em que as pessoas não podem passar. São assaltadas, agredidas. Não podemos entregar assim nossa Cidade aos marginais, como se esta fosse terra de ninguém.McDia Feliz 97

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