Praça Londrina (Estélio Feldman)
Encontro de coraisArquivo/SercomtelAnfitriõesCoral da Sercomtel (em foto antiga) será o anfitrião do Encontro de CoraisVocês já perceberam uma coisa em relação a livros e filmes? É que, normalmente, as pessoas lêem um livro e vêem um filme só uma vez. É raro ler duas ou mais vezes ou assistir a um filme muitas vezes. Mas em relação à música isto é diferente. Qualquer pessoa ouve a mesma música várias vezes e não cansa. Por isto é que a gente compra CDs, fitas, vai ver shows com cantores e bandas que conhece para ouvir as mesmas músicas.
Há muitos tipos de música, para todos os gostos. E, também, para todas as ocasiões. Há momentos para ouvir bandas, outros para se deliciar com orquestras. E, do meu modo de sentir, qualquer momento é bom para ouvir Caetano. Mas um dos tipos que mais agradam a quase todas as pessoas é a música dos corais. É uma coisa linda de ouvir, mais ainda de ver porque os corais dão a impressão de um grupo de gente feliz, alegre, contente que quer espalhar isto para todos.
Pois é, nesta segunda-feira, que é feriado, vai se realizar, a partir das 20 horas, no Teatro Marista, o 3º Encontro de Corais da Copel, reunindo 10 grupos, o que representa cerca de 300 vozes, de Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, Cascavel, Marechal Cândido Rondon, Foz do Iguaçu e Campo Mourão. O Coral da Sercomtel será o anfitrião deste encontro.
Serão momentos de verdadeiro encanto, uma promoção imperdível e com entrada franca.
Fonte luminosa
A notícia, publicada terça-feira na coluna do jornalista Oswaldo Militão, dando conta da decisão do prefeito de determinar a construção de uma fonte luminosa na região da Avenida Madre Leônia Milito, provocou indignada reação da leitora Maria Aparecida. Para ela, neste momento Londrina precisa de coisas mais importantes que fontes luminosas.
Além de considerar um gasto desnecessário, a leitora lembra dos custos da manutenção que, assinala, são elevados. E lembra que, conforme seu entendimento, Londrina tem falhado muito no que tange à conservação e manutenção de locais públicos já existentes. Cita, entre outros, o Zerão que, afirma, está abandonado.
Houve uma época, no Brasil, em que fonte luminosa era quase que uma atração obrigatória. Tudo quanto era prefeito queria construir pelo menos uma. Hoje, quase não existem mais, talvez até como resultado das dificuldades que as prefeituras enfrentam.
Talvez seja interessante abrir mais a discussão a respeito. A opinião citada é uma só. Se alguém quiser opinar a favor, ou mesmo apoiar dona Maria Aparecida, esteja à vontade.
Pela paz
Bruno de Oliveira, coordenador do Movimento pela Paz na Cidade, no Campo e no Mundo, veio até aqui para revelar que Londrina deve receber, em dezembro, a visita do jurista Hélio Bicudo, que foi convidado a fazer uma palestra. Quando a data for definida, a gente divulga.
Bruno adiantou que na oportunidade, deverá ser lançado o resultado de uma pesquisa, feita pelo Movimento, relativa às vítimas de crimes violentos, em Londrina. E antecipou algumas conclusões do trabalho: uma, que 90% das vítimas de homicídio é pobre; a outra, é que o total de homicídios, em Londrina, tem se mantido constante, nos últimos anos: média de 1 a cada 4 dias.
Aproveitando a visita de Hélio Bicudo, o Movimento pretende lançar um Centro de Estudos sobre a Violência. Para o coordenador do Movimento, a questão é importante, sendo inclusive alvo de uma campanha que está mobilizando a comunidade. Todavia, ele entende que o enfoque deveria ser diferente: a campanha, assinala, é por mais segurança. Entretanto, pondera, o que se precisa para vencer a violência é promover a paz.
Luta contra o câncer
No passado, era uma palavra tão assustadora que muitos não a citavam. Diziam que a pessoa estava com aquela doença, alguns usavam só duas letras, CA, para indicar sua existência. Com o passar do tempo, pelo menos as pessoas pararam de ter medo de dizer o nome, câncer. Entretanto, embora tenha havido muito avanço na luta para enfrentar o mal, um diagnóstico de câncer assusta, mesmo atualmente.
Em todo o mundo, há pesquisas intensas visando encontrar caminhos para combater a doença. Cada avanço noticiado é sempre recebido com esperança, não só pelos que tem câncer como para quem teme a moléstia.
Cientistas de Gotinga, Alemanha, descobriram uma proteína capaz de provocar câncer, anunciaram os professores Walther Stuehmer e Luis Pardo, do Instituto Max-Planck, de medicina experimental. A proteína descoberta difunde no cérebro partículas de potássio através da membrana das células nervosas, explicaram. Quando a proteína sai do cérebro, desencadeia uma multiplicação incontrolada das células, ou seja, um câncer.
Pela primeira vez, conseguimos determinar o papel de um canal de iones na orígem do câncer, explicou Stuehmer, estimando que esta proteína permitirá melhorar o diagnóstico dos cânceres e sua terapia dentro de alguns anos.
Poderá ainda, como marca do câncer, dar indicações precisas sobre os tumores formados fora do cérebro.





