As luzes do Natal
Arquivo FolhaBELEZAAs luzes que iluminam o Natal em Londrina não podem se apagar este anoA notícia de que o comércio vai investir mais em prêmios do que em iluminação no Natal deste ano não agradou. Algumas pessoas inclusive já reagiram, escrevendo críticas para o jornal. A cidade ficava maravilhosa com a iluminação, convertia-se até em atração turística.
Naturalmente, o anúncio de que o comércio pretende mudar o enfoque não indica que os londrinenses devam fazer o mesmo. Em anos anteriores, um dos grandes atrativos não vinha do comércio, mas das casas e prédios de apartamentos que, cheios de luz e animação, davam à cidade um clima de festa.
Seria bom que o comércio investisse também em iluminação. Sem dúvida, isso tem dado um bom retorno. Mas se isso não acontecer, o que se espera é que os moradores mantenham (e ampliem) o que vinham fazendo nos últimos anos. Os londrinenses, inclusive, já se habituaram à festa de luz e cor que se tornou uma atração em si, levando muita gente a andar pelas ruas e avenidas a fim de ver a iluminação promovida por particulares.
Este tipo de tradição não precisa ser suspenso ou interrompido. Ademais, muita gente deve ter guardado a iluminação do ano passado. Assim, não deve ser tão difícil reeditá-la. Londrina tem que se iluminar para este Natal e para receber com mais luz o ano 2000.



Greta Garbo
Os bem mais velhos já a viram na telona. Mas a maioria apenas ouviu falar de Greta Garbo, a estrela sueca que brilhou no cinema norte-americano e que, um dia, largou tudo, com a famosa frase ‘deixem-me só’ e se tornou um mito.
Para quem quiser rever ou para os que gostariam de conhecê-la, a programação deste mês do Departamento Cultural da Associação Médica de Londrina oferece a oportunidade. O ‘Cinema em vídeo’, que é apresentado todos os sábados a partir das 17 horas, programou para novembro um ‘Festival Greta Garbo’.
O começo é amanhã, com programação dupla. Primeiro, será apresentado um documentário de 50 minutos sobre a atriz. Em seguida, ocorrerá a exibição do filme ‘O beijo’, com pouco mais de uma hora de duração, que foi rodado nos Estados Unidos em 1929. Foi o último filme mudo da atriz.
Nas semanas seguintes, filmes falados da atriz: dia 13, ‘Rainha Christina’, de 1933; dia 20, ‘Anna Karenina’, rodado em 1935. O Festival Greta Garbo termina no dia 4 de dezembro com o filme ‘Ninotcha’, produzido em 1939.

Feira na praça
Semana que vem, tem feira na Praça Marechal Floriano Peixoto. De quarta a sexta-feira, estarão lá as barracas de produtos artesanais, com muita coisa boa, bonita e barata. Também permanecerão lá as barracas que vêm funcionando há tempos, com morangos, pêssegos e nectarina, tudo produto local, oferecido pelos próprios produtores.
Pelo que informam, porém, todas as barracas deixam de funcionar no dia 12. A não ser, claro, que se perceba que há ainda mais pêssegos ou morangos para oferecer.
De qualquer modo, a Praça não fica sem a sua feira por muito tempo. No mês que vem, além da promoção mensal normal, já se cogita de abrir a Feira da Uva, que tem feito muito sucesso nos anos precedentes. A produção local de Londrina tem sido boa e a perspectiva é que se tenha muita uva, a preço bom, por um bom tempo. Normalmente, a Feira da Uva permanece ao longo de dezembro e vai até o começo do outro ano.
E a gente não pode esquecer que uma das tradições do Ano Novo é a de consumir uvas na passagem, para ter sorte pelos próximos 12 meses. E sorte é uma coisa que todos precisam.

Aumenta o total de obesos
A obesidade é uma epidemia nos Estados Unidos e afeta quase a quinta parte dos adultos e mata cerca de 300 mil pessoas por ano, conforme revela uma série de estudos recentemente divulgada. As pesquisas, publicadas no Journal of the American Medical Association, constituem a mais recente advertência de que os norte-americanos estão engordando e que a gordura pode matar. ‘‘A obesidade é uma causa importante da mortalidade nos Estados Unidos’’, conclui uma das pesquisas.
Um informe do Centro Nacional de Controle e Prevenção de Doenças revela que o número de pessoas consideradas obesas nos Estados Unidos – aquelas que pesam 30% a mais do que o peso ideal – aumentou de uma em oito em 1991 para uma em cada cinco no ano passado. De acordo com o mesmo estudo, em 1991, apenas quatro de 45 Estados participantes registravam taxas de obesidade de 15% ou mais. Em 1998, esse número subiu para 37 Estados.
Os dados, que foram anunciados na convenção anual de jornalistas científicos da Associação Norte-Americana de Medicina, são baseados em pesquisas telefônicas com mais de 100 mil participantes entre 1991 e 1998. Os adultos mais jovens, pessoas com algum nível de educação universitária e os hispanos registraram os aumentos mais dramáticos, mas ‘‘observou-se um crescimento paulatino em todos os Estados; e em ambos os sexos’’, diz o informe.

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