Praça Londrina (Estélio Feldman)
Ação comunitária
Arquivo SercomtelLIMPEZAFuncionários da empresa A Jato fazem limpeza das fossas na favelaO Comitê de Solidariedade dos Funcionários da Sercomtel participou ativamente do trabalho de limpeza realizado na Favela Marizia, localizada na BR-369. O Comitê alugou um caminhão para esvaziar fossas cheias, cobrir com tampas de concreto algumas que estavam abertas e forneceu caçambas para receber o lixo coletado no mutirão de limpeza realizado por moradores e assistentes comunitários, além de pagar a dedetização e desratização de 181 casas.
Os recursos para custear este trabalho social foram obtidos devido à doação de vales-refeição dos funcionários, prática que também está acontecendo em outras empresas, inclusive aqui mesmo na Folha. É outra demonstração de que a união produz resultados: cada funcionário doa um único vale-refeição (que é uma grande conquista social dos trabalhadores) e muita gente carente acaba beneficiada, seja com trabalhos como estes do Comitê dos Funcionários da Sercomtel ou outros, que incluem (caso do trabalho feito pelo Comitê da Folha, também, como o da Sercomtel) construção de casas para famílias necessitadas.
Outro trabalho realizado pelo Comitê da Sercomtel foi a ampliação da creche comunitária do Conjunto Aquiles Stenghel. Foram construídas duas salas para abrigar 60 crianças.
É realmente fácil ajudar ao semelhante, mesmo com poucos recursos. Basta querer.
Filmes
Este fim de semana, no Cinema em Video da Associação Médica de Londrina, um filme muito bonito: Lady Hawke, o Feitiço de Áquila, produção de 85, direção de Richard Donner, com Michelle Pfeiffer, Rutger Hauer e Matthew Broderick. Cinema em video é apresentado aos sábados, a partir de 17 horas, na sede central da AML, com entrada franca.
Por falar em filmes de graça, a Biblioteca Municipal do centro, no filme que apresenta na terça-feira, vai exibir no próximo dia 26 o instigante O nome da rosa. Lá a sessão começa ao meio dia e a entrada também é grátis.
E uma vez que citei a Biblioteca, uma idéia interessante: na estante com sugestões para empréstimo, que existe à esquerda de quem entra, uma série de livros de Morris West, autor que morreu este mês. Um modo interessante de relembrar alguém e colocar suas obras em evidência. Penso que a Biblioteca podia fazer coisas semelhantes com outros autores. Não precisa esperar que morram, até porque há alguns já mortos que poderiam ser destacados vez ou outra, como A.J. Cronin, Lobato, Dickens, José Mauro de Vasconcelos, entre tantos.
Pêssegos
Na feira dos produtores que funciona na Praça Marechal Floriano Peixoto, no centro, atrações novas: pêssegos e nectarina, que se juntam aos morangos, ainda presentes.
A feira da chamada Praça da Bandeira representa, como repeti várias vezes, uma excelente idéia na medida em que coloca frente a frente os dois lados da economia: o produtor e o consumidor, eliminando a figura do atravessador. Com isso, atinge-se aquela situação ideal para o comércio: o produtor consegue preços melhores do que os que obteria se vendesse para o intermediário e o consumidor acaba pagando menos.
As barracas de pêssego e de nectarina vão funcionar pelo menos até o final do mês, juntamente com as de morango. No começo de novembro, como de costume, estarão ali também outros produtores locais, inclusive com ofertas tentadoras de produtos feitos em casa, o que inclui deliciosas compotas de frutas.
E no fim do ano, se tudo der certo, será a vez das uvas. Londrina tem uma excelente produção de uvas da melhor qualidade, fruto que não pode faltar, principalmente nas festas de fim de ano.
Preocupação com a água
A Organização das Nações Unidas colocou em funcionamento em Kalmar (sul da Suécia), o órgão científico Giwa (Global International Waters Assessment), destinado a promover uma política de administração conjunta das águas internacionais.
Tendo surgido no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o novo órgão terá sua sede na cidade sueca de Kalmar e será dirigido por um cientista sueco, Per Wrammer.
O Giwa está encarregado de realizar em quatro anos um estudo ecológico de 66 zonas aquáticas regionais que permita conhecer o estado dos recursos em água.
Enquanto alguns programas internacionais se limitam a propor remédios para os problemas constatados, o Giwa se esforçará para identificar suas orígens no sentido de poder combatê-los melhor no futuro, assinala o comunicado da ONU.
Dotada de um orçamento de 13 milhões de dólares, esta instância científica terá a seu cargo definir uma estratégia em escala mundial e formular propostas às instâncias executivas da ONU para solucionar os problemas apresentados (exploração excessiva de recursos, poluição etc.).
O mar Báltico e o mar da China meridional serão as duas primeiras regiões estudadas.





